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Condições de umidade favorecem avanço das lavouras na Argentina

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Clima beneficia desenvolvimento das principais culturas de verão

As condições hídricas favoráveis têm sustentado o desenvolvimento das lavouras na Argentina, garantindo bom avanço das culturas de verão, mesmo com ritmo moderado de plantio.

De acordo com o boletim da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), a soja alcançou 44,7% da área projetada para a safra 2025/26, ainda com leve atraso em relação ao ciclo anterior.

A semeadura de soja de primeira safra está em fase final nas principais regiões produtoras, enquanto a falta de piso no centro de Buenos Aires dificulta o acesso às áreas cultivadas. Com o avanço da colheita de trigo, o ritmo de plantio da soja de segunda safra vem ganhando força.

Milho tem 86% das áreas em boas condições

O plantio do milho destinado a grãos já cobre 44% da área nacional, após avanço semanal de cinco pontos percentuais. Segundo a BCBA, 86% das lavouras apresentam condição entre boa e excelente, sustentadas por umidade adequada no solo.

A oferta hídrica é considerada amplamente positiva, com 94% das áreas em níveis entre adequados e ótimos, apesar de excessos localizados em partes do Núcleo Sul e do centro de Buenos Aires.

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Plantio de girassol está praticamente concluído

A área de girassol, estimada em 2,7 milhões de hectares, está praticamente finalizada. Nas regiões onde o cultivo foi iniciado mais cedo, os lotes se encontram entre as fases de enchimento de grãos e maturação, com colheitas pontuais no NEA e produtividade média entre 25 e 35 quintais por hectare.

Em algumas localidades, ataques de pombas reduziram os rendimentos de forma pontual. Nas demais regiões, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, variando entre os estádios de V2 e floração, com condição geral de normal a excelente.

Sorgo e trigo mantêm desempenho positivo

O sorgo cobre 45,4% da área prevista, avanço de 4,3 pontos percentuais na comparação anual, impulsionado pela boa umidade do solo. O progresso é mais expressivo no sul de Córdoba e no Núcleo Norte, onde o plantio já está concluído.

A colheita de trigo avança para 45,3% da área apta, registrando altas produtividades, que variam de 35 a 59 quintais por hectare. Com 73% das lavouras maduras e condições hídricas favoráveis no sul do país, a BCBA mantém a projeção de produção em 25,5 milhões de toneladas.

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Perspectivas para a safra argentina

O panorama climático atual reforça o otimismo para o desempenho das lavouras de verão na Argentina. A manutenção da umidade adequada no solo e o bom ritmo de plantio indicam um cenário positivo, com expectativa de produtividades elevadas e estabilidade na oferta agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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