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Congresso Andav 2025 reúne mais de 17 mil visitantes e destaca força da distribuição de insumos agropecuários

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O Congresso Andav 2025, realizado entre os dias 5 e 7 de agosto no Transamerica Expo Center, em São Paulo, consolidou-se como o principal evento do setor de distribuição de insumos agropecuários e veterinários do país. A edição deste ano superou expectativas, reunindo mais de 17,5 mil visitantes — um aumento de 20% em relação a 2024 — e 257 marcas expositoras nacionais e internacionais, em 24 mil metros quadrados de área.

Evento promove networking, inovação e tendências do agronegócio

Organizado pela Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) e pela Zest Eventos, o Congresso contou com uma programação intensa e diversificada, repleta de palestras, painéis e lançamentos que evidenciaram as tendências e oportunidades para o agronegócio brasileiro.

José Hara, presidente do Conselho Diretor da Andav, destacou o papel fundamental da distribuição na competitividade do setor. “Saímos do evento mais preparados, conectados e confiantes sobre o papel estratégico da distribuição na cadeia do agro brasileiro”, afirmou.

Próxima edição já começa com novidades

Vivian Lima, CEO da Zest Eventos, comemorou o sucesso da 14ª edição e anunciou a realização da próxima, marcada para 11 a 13 de agosto de 2026. “Teremos uma nova planta com 10% a mais de área disponível, para atender à crescente demanda. Já renovamos 70% dos estandes”, revelou.

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Opiniões de líderes da indústria

Diversos representantes do setor ressaltaram a importância do evento para fortalecer parcerias e negócios:

  • Mário Lavacca, diretor de excelência comercial da BASF, reforçou o valor do Congresso para estreitar relacionamentos com parceiros da distribuição.
  • Marcelo Neves, diretor de negócios da Bayer, destacou a relevância do evento para reforçar parcerias e discutir os desafios do agro.
  • Leonardo Sodré, CEO do Grupo GIROAgro, ressaltou que o Congresso tem sido fundamental para fidelizar clientes e prospectar novas negociações em fertilizantes e bioinsumos.
  • Guilherme Galvão, diretor de Marketing da Ourofino Agrociência, enfatizou a proximidade com distribuidores como fator-chave para inovação e crescimento contínuos, destacando a comemoração dos 15 anos da empresa e os 35 anos da Andav.
  • Carlos Hentscheke, presidente da Syngenta Seeds Brasil, apontou a qualidade e o tamanho da edição 2025, ressaltando o investimento em pesquisa e inovação presentes no evento.
Ambiente propício para negócios e parcerias
  • Daniela Alves Santana, da Ceres Agrobank, destacou o intenso movimento comercial e as perspectivas positivas para o pós-evento.
  • Marlon Lázaro, diretor da Ecoagro, reforçou o papel do Congresso na troca de ideias e fechamento de negócios que fortalecem o setor de insumos.
  • Eduardo Bitu, da Aliare, observou a presença crescente de investidores e expositores internacionais, ressaltando a adaptação do mercado a novas dinâmicas.
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Plenária central aborda o futuro do agronegócio brasileiro

Com o tema “Agroeconomia Brasileira: A Força que Transforma”, a Plenária do Congresso reuniu 1.365 congressistas e 33 painelistas, incluindo autoridades e especialistas, que debateram temas atuais como:

COP 30 no Brasil
  • Acesso ao mercado com foco nos distribuidores
  • Inovação e tecnologia no campo
  • Crédito na distribuição
  • Inteligência artificial na era pós-digital
  • Comunicação, empreendedorismo, gestão de pessoas, inclusão e equidade
  • Digitalização do campo e segurança alimentar mundial
Pesquisa Nacional da Distribuição revela faturamento recorde

Durante o evento, foram apresentados dados parciais da 10ª Pesquisa Nacional da Distribuição, realizada pela Andav em parceria com o Cepea. O mercado de distribuição de insumos agropecuários deve alcançar um faturamento de R$ 167 bilhões em 2024, divididos entre:

  • Insumos: R$ 104 bilhões
  • Comercialização de grãos: R$ 36 bilhões
  • Máquinas, serviços e outros: R$ 27 bilhões

O Congresso Andav 2025 reforçou a importância da distribuição como pilar do agronegócio brasileiro, promovendo um ambiente de inovação, negócios e debates estratégicos para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Safra de soja dos EUA avança com clima favorável e USDA projeta produção recorde em 2026/27

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O mercado global da soja acompanha com atenção o avanço da safra 2026/27 nos Estados Unidos. Beneficiados por condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, os agricultores norte-americanos mantêm ritmo acelerado de plantio, reforçando as projeções de uma colheita robusta e ampliando as expectativas de aumento da oferta mundial do grão.

De acordo com análise divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a semeadura da nova safra alcançou 87% da área estimada até o último levantamento, registrando avanço semanal de oito pontos percentuais.

O desempenho supera os índices observados no mesmo período da temporada anterior e confirma a boa evolução dos trabalhos de campo em um dos principais produtores e exportadores de soja do mundo.

Plantio supera média histórica

Segundo o Imea, cerca de 65% das áreas cultivadas já apresentavam emergência das plantas, percentual semelhante ao registrado na safra passada.

O destaque, porém, está na velocidade do plantio. O avanço atual está quatro pontos percentuais acima do ritmo observado na safra 2025/26 e aproximadamente 8,75 pontos percentuais superior à média dos últimos cinco anos.

As condições climáticas favoráveis têm sido determinantes para esse resultado. Chuvas regulares e temperaturas adequadas nas regiões produtoras do Meio-Oeste norte-americano contribuíram para o bom estabelecimento das lavouras e reduziram preocupações iniciais relacionadas ao desenvolvimento da safra.

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USDA estima aumento da produção norte-americana

O cenário positivo para as lavouras também foi refletido nas projeções mais recentes do USDA.

No relatório de oferta e demanda mundial, o órgão estimou a produção de soja dos Estados Unidos em 120,70 milhões de toneladas para a temporada 2026/27. O volume representa crescimento de 4,06% em comparação com a safra anterior.

Caso a projeção se confirme, os Estados Unidos ampliarão sua participação na oferta global de soja, fortalecendo a disponibilidade do grão no mercado internacional em um momento de forte concorrência entre os principais países exportadores.

Mercado acompanha demanda chinesa

Além do potencial produtivo norte-americano, outro fator que influencia o comportamento dos preços é a demanda da China, maior compradora mundial de soja.

Segundo a avaliação do Imea, a ausência de novas aquisições significativas por parte dos chineses mantém o mercado em compasso de espera. A combinação entre expectativa de produção elevada e demanda internacional ainda sem grandes novidades contribui para um ambiente de pressão sobre as cotações futuras.

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Na Bolsa de Chicago, principal referência global para a formação dos preços da soja, investidores monitoram de perto o desenvolvimento climático das lavouras e os movimentos de compra dos importadores asiáticos.

Maior oferta global pode limitar recuperação dos preços

Com o avanço da safra norte-americana e as projeções de aumento da produção, o mercado passa a trabalhar com a possibilidade de uma oferta global mais confortável nos próximos meses.

Esse cenário tende a limitar movimentos mais expressivos de valorização das cotações internacionais, especialmente se as condições climáticas permanecerem favoráveis durante as fases de desenvolvimento e enchimento de grãos das lavouras nos Estados Unidos.

Para produtores e agentes do mercado, o comportamento da demanda chinesa, o clima durante o verão norte-americano e as perspectivas para as exportações serão os principais fatores determinantes para a direção dos preços ao longo do segundo semestre.

Enquanto isso, a expectativa de uma safra maior nos Estados Unidos mantém o mercado global da soja atento aos sinais de aumento da oferta e seus impactos sobre a competitividade do grão no comércio internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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