AGRONEGÓCIO
Dia de Campo em São Joaquim reúne mais de 100 produtores e destaca avanços da pecuária de corte
AGRONEGÓCIO
No último sábado (16), o município de São Joaquim, na serra catarinense, recebeu um dos principais encontros voltados à bovinocultura de corte no estado. O Dia de Campo da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) reuniu mais de 100 produtores rurais, equipes técnicas e lideranças do setor na Fazenda da Conquista, referência nacional pela qualidade genética de seu rebanho.
Troca de conhecimento e práticas para o desenvolvimento do setor
A programação do evento contou com palestras e demonstrações práticas sobre manejo de pastagens, adubação, sanidade animal e genética. Os temas, diretamente ligados à realidade da pecuária de corte, foram apresentados com foco em aumentar a eficiência, a rentabilidade e a sustentabilidade da atividade.
O espaço se consolidou como oportunidade para compartilhamento de experiências entre produtores e especialistas, reforçando o papel da capacitação técnica na modernização do setor.
Lideranças destacam importância do evento
Para Antônio Marcos Pagani de Souza, presidente do Sindicato Rural de São Joaquim, vice-presidente de finanças da Faesc e proprietário da Fazenda da Conquista, o encontro foi essencial para mostrar o potencial da região.
“O Dia de Campo comprovou que a união de conhecimento técnico e prática pode transformar a pecuária de corte. Os produtores estão engajados e receptivos às inovações que aumentam a produtividade e a sustentabilidade”, destacou.
Já o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, ressaltou o impacto positivo da iniciativa.
“A ATeG tem promovido resultados expressivos em Santa Catarina, auxiliando os produtores a melhorar a gestão, ampliar a produtividade e garantir maior competitividade às propriedades”, afirmou.
ATeG fortalece cadeias produtivas em Santa Catarina
Além da pecuária de corte, a ATeG já atende outras nove cadeias produtivas no estado, entre elas:
- Pecuária de leite
- Agroindústria
- Apicultura e agroindústria apícola
- Fruticultura
- Maricultura
- Olericultura
- Ovinocaprinocultura
- Piscicultura
- Turismo rural
A iniciativa é coordenada por Paula Coimbra Nunes, coordenadora estadual da ATeG, com o acompanhamento do superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Agro tem até dia 30 para escolher tributação que pode alterar competitividade em 2027
Empresas do agronegócio enquadradas no Simples Nacional têm até 30 de outubro para decidir se manterão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) dentro do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou se recolherão os dois tributos pelo regime regular a partir de janeiro de 2027. A escolha poderá afetar o valor dos créditos aproveitados pelos clientes e, consequentemente, a competitividade dos fornecedores.
Quem não fizer a opção continuará automaticamente no modelo tradicional, com IBS e CBS incluídos no DAS. A mudança interessa principalmente às empresas que vendem para cooperativas, indústrias, exportadores e outros compradores que aproveitam créditos tributários.
Essa limitação pode pesar na negociação. Uma cerealista, agroindústria ou fornecedora de insumos que gere pouco crédito poderá se tornar menos atraente para compradores empresariais, sobretudo quando concorrer com fornecedores capazes de transferir créditos maiores.
A alternativa prevista na reforma tributária é permanecer no Simples Nacional para os demais tributos, mas calcular IBS e CBS pelo regime regular. É o chamado modelo híbrido. A empresa continua recolhendo pelo DAS os tributos que permanecerem no Simples, enquanto apura IBS e CBS separadamente.
Nesse modelo, poderá aproveitar os créditos permitidos sobre máquinas, equipamentos, energia, serviços e outros bens e insumos adquiridos. Também poderá gerar créditos pelo regime regular para seus clientes. Em contrapartida, terá mais obrigações fiscais, necessidade de controlar entradas e saídas e possível aumento do custo contábil.
Por isso, não existe uma resposta única para o agronegócio. Manter IBS e CBS dentro do Simples pode continuar sendo vantajoso para empresas que vendem principalmente ao consumidor final, possuem poucos gastos capazes de gerar créditos e valorizam uma operação tributária mais simples.
Já a apuração pelo regime regular merece ser simulada por empresas que vendem predominantemente a outras pessoas jurídicas, realizam investimentos elevados ou compram grande quantidade de insumos tributados. Nesses casos, os créditos podem compensar parte do aumento da burocracia e preservar a competitividade comercial.
A conta também precisa incluir os tratamentos diferenciados concedidos ao setor. A legislação prevê redução de 60% das alíquotas de IBS e CBS para determinados produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas in natura, além de insumos agropecuários incluídos nas listas legais. Há ainda operações sujeitas a alíquota zero, diferimento ou créditos presumidos.
Esses benefícios, entretanto, não alcançam automaticamente toda empresa ligada ao agronegócio. A aplicação depende do produto, da operação, da classificação fiscal e das condições previstas na legislação. Uma empresa pode ter receitas submetidas a tratamentos diferentes dentro da mesma atividade.
A decisão, portanto, não deve considerar apenas o percentual atualmente pago no DAS. É necessário comparar o valor total dos tributos, os créditos aproveitáveis nas compras, os créditos transferidos aos clientes, o perfil das vendas, o efeito sobre os preços, o fluxo de caixa e o custo adicional de cumprimento das obrigações fiscais.
A Receita Federal informa que a opção pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser feita até 30 de outubro de 2026. Quem não optar continuará recolhendo os dois tributos dentro do Simples. A escolha poderá ser cancelada entre 3 de novembro e 20 de dezembro. Haverá uma nova oportunidade em março de 2027, com efeitos a partir de julho.
Para as empresas do agro, o Simples não deixou de ser uma boa opção. O que terminou foi a segurança de escolhê-lo apenas porque a alíquota parece menor. A partir de 2027, o crédito tributário concedido ao comprador pode ser tão importante quanto o imposto pago pelo fornecedor.
Fonte: Pensar Agro
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásGreening, safra menor e queda no consumo pressionam o setor brasileiro
-
POLÍTICA NACIONAL7 dias atrásPoder Executivo anuncia MPs contra bets e endividamento das famílias
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco atende famílias atingidas por fortes chuvas e ventos em 14 bairros da capital
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásComboio com novos ônibus da JTP segue viagem rumo a Rio Branco e previsão é de chegada da frota a partir de segunda-feira (28)
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeito de Rio Branco acompanha áreas atingidas por forte chuva e determinou força-tarefa para reduzir impactos dos alagamentos na capital
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásFestival do agro projeta R$ 2,2 bilhões em negócios
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásEnxerga Mais Rio Branco: Prefeitura entrega mais de 200 óculos e transforma a vida de estudantes e famílias
-
AGRONEGÓCIO6 dias atrásCAR e GTA podem acelerar controle da origem do gado