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Exportações de carne de frango sobem 17,6% em volume, mas preços caem no início de novembro

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Volume exportado cresce na primeira semana de novembro

De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (10) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 135,1 mil toneladas de carne de frango e miudezas comestíveis — frescas, refrigeradas ou congeladas — na primeira semana de novembro de 2025.

Em novembro do ano passado, o país havia exportado 436,5 mil toneladas ao longo de 19 dias úteis. Na parcial deste mês, a média diária de embarques ficou em 27 mil toneladas, um avanço de 17,6% frente à média registrada no mesmo período de 2024, que foi de 22,9 mil toneladas diárias.

Preço médio recua 3,5% em relação a 2024

Apesar do aumento no volume exportado, o preço médio pago pela carne de frango apresentou retração. Até a primeira semana de novembro, o valor médio ficou em US$ 1.811,30 por tonelada, o que representa queda de 3,5% em comparação com novembro de 2024, quando o preço médio estava em US$ 1.877,60 por tonelada.

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O recuo nos preços reflete a maior oferta global e o ajuste nas negociações internacionais, mas o desempenho do volume embarcado compensou parte dessa redução.

Receita com exportações cresce 13,5% na média diária

No acumulado da primeira semana do mês, a receita total das exportações de carne de frango atingiu US$ 244,73 milhões, enquanto no mesmo período de 2024 o montante havia ficado em US$ 819,59 milhões ao longo do mês completo.

A média diária de faturamento foi de US$ 48,95 milhões, resultado 13,5% superior à observada em novembro do ano passado, que era de US$ 43,13 milhões diários.

O desempenho demonstra que, mesmo com a pressão nos preços internacionais, o setor avícola brasileiro mantém ritmo forte nas exportações, consolidando-se como um dos principais fornecedores globais de proteína animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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