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ICL lança biofertilizante inovador para citros com foco em produtividade e resistência ao estresse térmico

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Expansão do Keep Green: da cafeicultura à citricultura

Após conquistar resultados expressivos na cafeicultura, com aumento médio de 23% na produtividade, a ICL amplia o uso do biofertilizante Keep Green para as lavouras de citros em todo o Brasil. Desenvolvido nos Centros de Inovação da empresa, o produto, que já é referência no combate ao estresse térmico em plantas, agora passa a ser recomendado para mudas e pomares em formação ou em produção.

A tecnologia mantém os mesmos pilares que garantiram seu sucesso no café: eficiência fisiológica elevada, melhoria na qualidade dos frutos e maior resiliência das plantas frente aos desafios climáticos. “Mesmo com oscilações climáticas, temos observado cerca de 20% a mais de produtividade nos campos onde o biofertilizante foi aplicado”, afirma Maria Gabriela Lanza, gerente de Produtos Foliares da ICL.

Atuação fisiológica contra estresse térmico e radiação solar

Com inspiração nos princípios da Biomimética e composto por ativos naturais, Keep Green atua diretamente na fisiologia vegetal, promovendo:

  • Aumento da concentração de clorofila;
  • Melhora da taxa fotossintética;
  • Estímulo à abertura dos estômatos, otimizando a regulação térmica das folhas;
  • Redução do estresse oxidativo provocado pelo excesso de radiação solar.
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Na prática, isso resulta em plantas mais verdes, saudáveis, com frutos mais pesados e visualmente superiores. A formulação exclusiva do produto ainda oferece aplicação simples, efeito duradouro e ação residual durante os meses de maior estresse climático.

Resultados expressivos na produtividade dos citros

Ensaios conduzidos pela consultoria FarmAtac, em Olímpia (SP), revelaram os efeitos diretos do biofertilizante nos pomares cítricos. Com aplicação de 0,5% de Keep Green, a produtividade saltou de 584 para 1.104 caixas por hectare, um aumento de 89,3% em comparação à área sem tratamento.

Além disso, os testes apontaram maior viabilidade de mudas, aceleração no desenvolvimento dos pomares jovens e melhora significativa na qualidade dos frutos e do suco.

Pesquisa, investimento e compromisso com a inovação

O desenvolvimento de Keep Green envolveu mais de cinco anos de pesquisa e R$ 6 milhões em investimentos. Para a cultura dos citros, foram realizados três anos adicionais de testes, com um aporte anual de cerca de R$ 1 milhão. Em escala global, a ICL investirá em 2025 cerca de US$ 73 milhões em pesquisa e desenvolvimento, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior.

“O foco da ICL é antecipar os impactos das mudanças climáticas no campo com soluções práticas, seguras e validadas pela ciência. Com Keep Green, entregamos mais do que nutrição: oferecemos fisiologia aplicada e adaptabilidade climática, pilares fundamentais para o futuro da citricultura no Brasil”, reforça Maria Gabriela.

Lançamento oficial e disponibilidade do produto

O lançamento oficial de Keep Green para citros ocorreu em julho, na Fundação Coopercitrus Credicitrus, em Bebedouro (SP), um dos maiores polos citrícolas do país. O evento teve como objetivo capacitar a equipe técnica da ICL para disseminar a tecnologia e atender às principais demandas dos produtores, com foco especial no manejo do estresse fisiológico nas lavouras cítricas.

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Keep Green estará disponível para a safra 2025/26 em todo o Brasil, marcando uma nova fase para a citricultura nacional com o apoio de tecnologias inovadoras e de alta performance.

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Fotos do ensaio conduzido pela consultoria FarmAtac em Olímpia, SP

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina de Mato Grosso batem recorde em maio, mas China acende alerta para o segundo semestre

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As exportações de carne bovina de Mato Grosso alcançaram resultados históricos em maio de 2026, registrando os maiores volumes embarcados e o maior faturamento do ano para o período. Impulsionado pela forte demanda internacional, especialmente da China, e pela valorização da proteína no mercado externo, o estado consolidou sua posição como um dos principais exportadores de carne bovina do país.

No entanto, apesar do cenário positivo, especialistas alertam para possíveis desafios no segundo semestre. O avanço da utilização da cota de salvaguarda chinesa pode aumentar os custos de acesso ao principal mercado comprador da carne brasileira, afetando a competitividade das exportações nos próximos meses.

Embarques crescem mais de 32% em um ano

De acordo com levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Mato Grosso exportou 87,10 mil toneladas de equivalente carcaça (TEC) em maio.

O volume representa crescimento de 3,55% em relação a abril e expressiva alta de 32,27% na comparação com maio de 2025. O resultado estabelece um novo recorde para o mês e também o maior volume mensal exportado pelo estado em 2026.

O desempenho reflete a manutenção da demanda internacional por carne bovina brasileira, em um momento de forte interesse dos principais mercados importadores e boa competitividade do produto nacional.

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Receita avança mais de 64% e atinge patamar histórico

O crescimento dos embarques foi acompanhado por forte valorização da receita gerada pelas exportações.

Em maio, o faturamento alcançou US$ 440,72 milhões, aumento de 7,83% frente ao mês anterior e expressivos 64,53% acima do registrado no mesmo período do ano passado.

Além do aumento no volume comercializado, a receita foi favorecida pela valorização da carne bovina no mercado internacional. O preço médio das exportações atingiu US$ 5.060,12 por tonelada equivalente carcaça, reforçando a rentabilidade das operações externas.

Segundo o Imea, tanto o volume embarcado quanto a receita obtida configuram os melhores resultados do ano e recordes históricos para os meses de maio.

China responde por mais de 60% das compras

A China manteve sua posição de principal destino da carne bovina produzida em Mato Grosso.

O país asiático foi responsável por 60,43% de todos os embarques realizados em maio, consolidando sua relevância estratégica para a pecuária exportadora brasileira.

A forte participação chinesa tem sido um dos principais motores do crescimento das exportações nos últimos anos, contribuindo diretamente para a valorização dos preços e para a expansão das receitas do setor.

Salvaguarda chinesa pode pressionar exportações

Apesar dos resultados positivos, o mercado acompanha com atenção a evolução da cota de salvaguarda aplicada pela China às importações de carne bovina.

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Segundo o Imea, a utilização da cota já se encontra próxima do limite estabelecido, situação que poderá elevar os custos de acesso ao mercado chinês durante o segundo semestre.

Caso a tarifa adicional seja acionada, exportadores brasileiros poderão enfrentar aumento de custos e perda de competitividade frente a concorrentes internacionais, reduzindo parte do ritmo observado nos embarques ao longo da primeira metade do ano.

Perspectivas seguem positivas, mas exigem atenção

O desempenho recorde registrado em maio reforça a força da pecuária mato-grossense no mercado global e evidencia a importância da demanda chinesa para a cadeia produtiva.

Entretanto, a dependência do mercado asiático e a proximidade do preenchimento da cota de salvaguarda exigem monitoramento constante por parte do setor exportador. A evolução das relações comerciais e das condições de acesso ao mercado chinês será determinante para o comportamento das exportações brasileiras de carne bovina na segunda metade de 2026.

Com demanda internacional aquecida, preços valorizados e volumes recordes, o cenário permanece favorável para a pecuária de corte. Ainda assim, o mercado já começa a avaliar os possíveis impactos regulatórios que poderão influenciar a competitividade da carne bovina brasileira nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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