AGRONEGÓCIO
Orbia lança Esquenta Agrofriday com benefícios exclusivos para produtores rurais
AGRONEGÓCIO
Início do Esquenta Agrofriday
A Orbia, maior plataforma digital integrada do agronegócio na América Latina, deu início ao Esquenta Agrofriday, ação que antecede o período promocional de novembro e vai até 2 de novembro. A iniciativa oferece condições especiais para que produtores rurais acumulem pontos em seu programa de fidelidade e se preparem para aproveitar a Agrofriday ao máximo.
Pontos multiplicados e descontos exclusivos
Durante a campanha, os produtores podem acumular até 10 vezes mais pontos em compras e serviços com parceiros da plataforma. Além disso, é possível resgatar produtos e experiências com até 58% de desconto, incluindo itens voltados ao cotidiano na fazenda e uso pessoal. A Orbia também promete frete grátis em datas selecionadas e disponibilização de cupons de desconto ao longo do mês.
Programa de fidelidade com parceiros estratégicos
O programa de fidelidade da Orbia permite acumular pontos não apenas na compra de insumos agrícolas, mas também em uma rede diversificada de parceiros, como:
- Agro: Bayer (Impulso Bayer), Yara Fertilizantes, Ignitia, Solis Connect, Solcera KGF, Agrigolden, Garantia Agro, 3F Agro Vantagens, Fertisolo Agro +
- Outros setores: Decolar, no segmento de turismo
Durante a campanha, a Bayer incentiva os produtores a cadastrarem suas notas fiscais para garantir o acúmulo de pontos no Impulso Bayer. Já a Yara Fertilizantes oferece pontos em dobro entre 23 de outubro e 30 de novembro em produtos YaraVita, YaraAmplix e Linha Premium.
A Decolar amplia as possibilidades de acúmulo, oferecendo de 3 a 10 pontos por R$1 gasto, conforme o tipo de produto:
- 3 pontos em voos
- 5 pontos em hotéis e pacotes
- 8 pontos em ingressos e passeios
- 10 pontos em autos, transfers e seguros
Inovação e digitalização no agro
“O Esquenta Agrofriday é um exemplo de como o setor acompanha as tendências do varejo, trazendo iniciativas que valorizam o produtor e ampliam suas oportunidades. Esta é apenas uma prévia da Agrofriday, que chega em novembro com condições imperdíveis. Nosso compromisso é estar sempre ao lado do produtor rural, oferecendo soluções que gerem valor real e contribuam para o crescimento do agro”, afirma Ivan Moreno, CEO da Orbia.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês
As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.
Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.
Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas
O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.
Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.
O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.
Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.
Carnes ampliam participação no mercado internacional
O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.
A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.
A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.
Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.
Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador
Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.
As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.
O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.
No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.
Milho, algodão e suco de laranja registram avanços
Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.
Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.
O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.
O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.
Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio
Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.
No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.
Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.
Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.
As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.
Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026
No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.
Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.
Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.
Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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