RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Santander reforça apoio ao agricultor no Show Rural Coopavel com foco na retomada da produção

Publicados

AGRONEGÓCIO

Santander inicia calendário de feiras do agronegócio em 2026

O Santander deu início ao seu calendário de eventos do setor agropecuário em 2026 durante o Show Rural Coopavel, realizado entre 9 e 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). O Banco busca se consolidar como parceiro estratégico do produtor rural, oferecendo atendimento direto para diagnosticar cenários, apoiar a retomada dos investimentos e garantir a sustentabilidade financeira das lavouras.

Segundo Carlos Aguiar, diretor de Agronegócios do Santander, a expectativa é positiva: após períodos de instabilidade climática, o Paraná registra desenvolvimento robusto das lavouras. “No Oeste do Paraná, a colheita já começou com produtividade elevada, projetando uma média de 65 sacas por hectare, próxima do recorde de 66 sacas obtido na safra 2022/2023”, afirma Aguiar.

Consultoria personalizada para produtores rurais

A participação do Santander na feira vai além da oferta de crédito e produtos bancários. A estratégia central é consultoria individualizada, com foco em entender a realidade de cada produtor para propor soluções financeiras que se alinhem ao fluxo de caixa e ao ciclo produtivo.

Leia Também:  Etanol inicia safra 2026/27 com pressão nos preços e reforça economia bilionária ao consumidor

O portfólio de soluções apresentado inclui:

  • CPR (Cédula de Produto Rural): financiamento ágil da safra;
  • Multiagro: flexibilidade para investimentos em diferentes frentes;
  • Seguros agrícolas: proteção do patrimônio e da produção;
  • Cash management e cartões: otimização da gestão financeira do dia a dia da propriedade.
Incentivo exclusivo para produtores durante o evento

Como diferencial no Show Rural Coopavel, o Santander oferece 20% de desconto nas taxas de administração de consórcio durante a feira. Os produtores poderão simular operações personalizadas com a equipe especializada do estande.

O banco também se destaca por liderar o ranking de contemplação de consórcios entre os grandes bancos de varejo, reforçando seu compromisso em apoiar o agricultor na expansão e modernização do negócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

Publicados

em

Por

Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

Leia Também:  Mercado de Trigo Lento no Sul e Alta Internacional Sustentam Expectativas para 2026

O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

Leia Também:  Mercado de feijão inicia março em queda após meses de alta e menor demanda pressiona preços

Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA