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Semana Internacional do Café deve movimentar R$ 150 milhões
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A 13ª edição da Semana Internacional do Café (SIC) acontece de 5 a 7 de novembro em Belo Horizonte, consolidando a feira como principal encontro do setor cafeeiro no país. O evento ocupa 20 mil m² no Expominas, traz 240 expositores e deve reunir cerca de 25 mil pessoas, incluindo compradores de mais de 40 países, com expectativa de gerar R$ 150 milhões em negócios. O tema deste ano — “Café em Transformação: Inovação, Sustentabilidade e Oferta do Mercado Global”, destaca as mudanças e oportunidades para produtores de todas as regiões.
A feira oferece programação intensa: palestras, cursos, workshops, painéis de mercado, campeonatos nacionais de baristas e degustações técnicas (cupping). O público produtor encontra ali rodadas de negócios, sessões de orientação tecnológica e debates sobre certificação, gestão e sustentabilidade. Técnicos do Sistema Agricultura de Minas estarão no estande institucional para tirar dúvidas, orientar sobre certificação (Certifica Minas Café) e apresentar políticas públicas para cafeicultores — tudo gratuito durante o evento.
Entre os destaques, o prêmio Coffee of the Year vai revelar os melhores cafés da safra nova, e o Expresso Design seleciona as embalagens mais criativas do mercado nacional. Os resultados e oportunidades são abertos aos produtores de todos os portes, do cafeicultor familiar ao exportador consolidado.
Serviço
- Evento: Semana Internacional do Café (SIC)
- Data: 5 a 7 de novembro de 2025
- Local: Expominas, Belo Horizonte (MG)
- Horários: 9h às 20h
- Inscrições e programação completa: www.semanainternacionaldocafe.com.br
- Entrada gratuita para produtores rurais cadastrados e visitantes do último dia.
Para quem busca ampliar mercado, trocar experiência ou conhecer as tendências do setor, a SIC é o ambiente ideal — seja para fechar negócios, se atualizar ou encontrar novas oportunidades na cadeia produtiva do café brasileiro.
Fonte: Pensar Agro
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Ácaro-rajado no mamão: praga pode reduzir produtividade e exige manejo integrado no pomar
A presença do ácaro-rajado (Tetranychus urticae) tem se consolidado como um dos principais desafios fitossanitários na cultura do mamoeiro. A praga compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a produtividade e pode gerar perdas significativas na qualidade dos frutos, especialmente em períodos de clima quente e seco.
Os danos começam com manchas amareladas nas folhas, evoluindo para necrose, desfolha intensa e redução do tamanho dos frutos. O resultado é queda direta na produtividade e na padronização comercial do mamão.
Segundo especialistas, o ácaro pode ocorrer durante todo o ano, com maior pressão em condições climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento. O inseto se instala inicialmente na face inferior das folhas, próximo às nervuras, e rapidamente se espalha pela planta quando não controlado.
Manejo do ácaro-rajado no mamão exige atenção constante do produtor
De acordo com orientações técnicas compartilhadas por Alexandre Hanazaki, gerente de desenvolvimento de produtos da East-West Seed, o controle eficiente do ácaro-rajado depende de um conjunto de práticas preventivas e monitoramento frequente da lavoura.
1. Eliminação de plantas daninhas
O primeiro passo no manejo é a eliminação de plantas daninhas, que podem servir de hospedeiras para o ácaro-rajado.
A manutenção da área limpa reduz a pressão da praga e diminui a chance de reinfestação no pomar de mamão.
2. Monitoramento constante das folhas
O acompanhamento frequente da lavoura é fundamental para identificar precocemente a presença do ácaro.
A recomendação é observar principalmente a face inferior das folhas, onde a praga se concentra inicialmente. Ao identificar a infestação, o controle deve ser iniciado de forma imediata e em área total.
3. Escolha de materiais mais tolerantes
O uso de variedades mais tolerantes também é uma estratégia importante no manejo integrado.
A cultivar Sabrosa, da East-West Seed, é citada como alternativa com maior tolerância ao ácaro-rajado. Segundo a empresa, o material apresenta maior massa foliar e folhas mais espessas, o que dificulta o ataque da praga.
4. Uso correto de defensivos e equilíbrio nutricional
O controle químico deve ser realizado com produtos registrados para a cultura do mamão, priorizando estratégias adequadas de manejo.
Produtos como enxofre e calda sulfocálcica podem atuar como repelentes, além da possibilidade de adoção de controle biológico.
Por outro lado, o uso de piretróides e organofosforados deve ser evitado, pois pode afetar inimigos naturais e favorecer o desequilíbrio populacional do ácaro-rajado.
Outro ponto de atenção é a nutrição da planta: o excesso de nitrogênio pode favorecer o desenvolvimento da praga, exigindo manejo equilibrado.
Variedade Sabrosa se destaca por produtividade e qualidade de frutos
Além da tolerância ao ácaro-rajado, o mamão Sabrosa apresenta outras características agronômicas relevantes, segundo a empresa.
Entre os principais destaques estão o maior vigor vegetativo, melhor enfolhamento e tolerância a doenças foliares como pinta-preta e mancha-de-corynespora.
Outro diferencial é o porte baixo das plantas, que facilita a colheita manual por mais tempo, reduzindo custos operacionais em comparação a variedades mais altas, que exigem estruturas auxiliares para colheita.
Padronização e precocidade aumentam eficiência comercial
A cultivar também se destaca pela alta padronização dos frutos, reduzindo perdas por variação de tamanho e facilitando a comercialização em caixas, modelo predominante no mercado.
Segundo Hanazaki, essa uniformidade melhora a eficiência logística e a aceitação comercial do produto.
A precocidade é outro ponto forte: as plantas iniciam a floração cerca de 30 dias após o transplantio, com início da colheita em aproximadamente seis meses.
Além disso, os frutos apresentam boa qualidade sensorial, com polpa de coloração atrativa e sabor valorizado pelo mercado consumidor.
Manejo integrado é decisivo para proteger a safra de mamão
O controle do ácaro-rajado exige estratégia integrada, combinando monitoramento, manejo cultural, uso correto de defensivos e escolha de materiais mais tolerantes.
Em um cenário de alta exigência de qualidade e produtividade, a adoção dessas práticas é fundamental para reduzir perdas e garantir maior rentabilidade ao produtor de mamão.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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