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Top Lac Evolution da De Heus melhora saúde e produtividade de matrizes suínas

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A De Heus lançou o Top Lac Evolution, suplemento nutricional desenvolvido para matrizes suínas em lactação, oferecendo suporte metabólico e promovendo maior eficiência produtiva. Estudos internos da empresa apontam que o uso contínuo do produto pode resultar em até 9% a mais no ganho de peso diário (GPD) das leitegadas em comparação a dietas convencionais.

O suplemento atua no equilíbrio metabólico das fêmeas, garantindo recuperação mais rápida e eficiente pós-parto e maior desempenho reprodutivo no ciclo seguinte.

Tecnologia antioxidante reduz estresse e fortalece imunidade

Segundo Erika Almeida, gerente de Produtos de Suínos da De Heus, o Top Lac Evolution conta com tecnologia antioxidante exclusiva que neutraliza os efeitos negativos dos radicais livres, comuns durante a lactação.

“A fórmula reduz o estresse oxidativo, melhora a imunidade e preserva a condição corporal das matrizes, permitindo ciclos reprodutivos mais eficientes”, explica Erika.

O produto é especialmente indicado para matrizes hiperprolíficas, com alta exigência metabólica e energética, favorecendo a manutenção da condição corporal e o desempenho produtivo ao longo do tempo.

Produção de leite mais vigorosa e leitões homogêneos

Além de beneficiar a saúde das fêmeas, o Top Lac Evolution potencializa a produção de leite, resultando em leitegadas mais vigorosas, homogêneas e com maior peso ao desmame. Esses fatores são determinantes para a sobrevivência e o desempenho inicial dos leitões, refletindo diretamente na produtividade da granja.

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Eficiência reprodutiva e sustentabilidade

O suplemento também contribui para reduzir o intervalo desmame-cio, aumentando a longevidade produtiva das matrizes e promovendo maior previsibilidade nos resultados zootécnicos.

“Nutrir matrizes hiperprolíficas de forma adequada oferece retorno positivo ao produtor, além de fortalecer a sustentabilidade do sistema produtivo”, destaca Erika Almeida.

Com soluções como o Top Lac Evolution, a De Heus reforça seu compromisso com a suinocultura brasileira, combinando nutrição de precisão, tecnologia e bem-estar animal para elevar os padrões de produtividade e eficiência no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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