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UFV abre concurso público para professores em Engenharia Agrícola

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A Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, publicou o Edital nº 39/2025, que abre concurso público para a contratação de docentes da carreira do Magistério Superior. O certame busca preencher duas vagas na área de Construções Rurais e Ambiência, com lotação no Departamento de Engenharia Agrícola, do Centro de Ciências Agrárias

Vagas e requisitos de formação

As oportunidades são destinadas ao cargo de Professor Assistente A, nível I, em regime de Dedicação Exclusiva.

Podem concorrer candidatos com graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia Agrícola, Engenharia de Biossistemas, Engenharia Agronômica, Agronomia, Arquitetura, Zootecnia ou Engenharia Civil. Também é exigido doutorado em Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia Agrícola ou Engenharia de Sistemas Agrícolas.

Inscrições e taxa

As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site www.gps.ufv.br, no prazo de 30 dias corridos a partir da publicação no Diário Oficial da União.

A taxa de inscrição é de R$ 120,75, com possibilidade de isenção para candidatos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e doadores de medula óssea, conforme a Lei nº 13.656/2018.

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Salário e benefícios

O ingresso será no primeiro nível da Classe A. A remuneração inicial é composta por:

  • Vencimento básico: R$ 6.180,86
  • Retribuição por titulação (doutorado): R$ 7.107,99
    • O total chega a R$ 13.288,85.
Etapas do concurso

O processo seletivo será realizado em uma etapa dividida em quatro fases, todas de caráter eliminatório e/ou classificatório:

  1. Prova de Conhecimento – escrita, marcada para 13 de outubro de 2025.
  2. Prova Didática – prevista para 15 de outubro de 2025.
  3. Defesa de Projeto de Pesquisa – programada para 16 de outubro de 2025.
  4. Prova de Títulos – avaliação do currículo, conforme critérios da Resolução Consu nº 03/2023.

Para aprovação, o candidato deve obter média mínima de 7,0 pontos em cada uma das provas.

Conteúdo programático

O edital define temas relacionados a instalações agropecuárias, conforto térmico, sustentabilidade, sistemas inteligentes e manejo de resíduos, além de referências bibliográficas de obras nacionais e internacionais.

Recursos e validade

Os candidatos poderão interpor recursos em até 24 horas após cada resultado parcial, exclusivamente pelo site da UFV.

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O concurso terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.

Informações adicionais

Dúvidas podem ser esclarecidas junto à Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD), pelos telefones (31) 3612-1040 e (31) 3612-1041, ou pelo e-mail [email protected].

📌Edital nº 39/2025 – Universidade Federal de Viçosa

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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