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VLI bate recorde de movimentação no Tiplam em 2025 com alta de mais de 6%

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A VLI, especializada em soluções logísticas que integram ferrovias, portos e terminais, registrou em 2025 um recorde histórico de movimentação de cargas no Terminal Integrador Luiz Antônio Mesquita (Tiplam). Ao longo do ano, o terminal movimentou 14,3 milhões de toneladas úteis (MTU), volume superior em mais de 6% ao registrado em 2024.

Tiplam reforça papel estratégico no Corredor Sudeste

O Tiplam é um dos principais ativos do Corredor Sudeste da VLI, que conecta o Centro-Oeste brasileiro à Baixada Santista por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). Essa integração permite maior eficiência logística no escoamento da produção nacional.

O terminal opera principalmente com exportação de fertilizantes, grãos — como milho, soja e farelos — e açúcar. Além disso, conta com um píer dedicado à importação de fertilizantes, ampliando sua relevância na cadeia do agronegócio.

Integração logística impulsiona eficiência e produtividade

De acordo com Marcelo Cardoso, diretor de Operações da VLI no Corredor Sudeste, o desempenho recorde reflete a maturidade do modelo integrado da companhia.

Segundo ele, a combinação entre ferrovia, terminais e porto fortalece a eficiência operacional, garantindo ganhos consistentes em produtividade, confiabilidade e atendimento ao cliente. O executivo também destaca o papel dos portos privados no avanço da logística nacional.

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Modal ferroviário reduz emissões e melhora o fluxo logístico

Todos os fluxos de exportação do Tiplam são realizados por via ferroviária, o que contribui diretamente para a redução de impactos ambientais. O transporte ferroviário emite cerca de seis vezes menos dióxido de carbono (CO₂) por tonelada transportada em comparação ao modal rodoviário.

Além disso, o uso da ferrovia reduz a circulação de caminhões na região do Porto de Santos, uma vez que um único vagão pode transportar carga equivalente a três caminhões, diminuindo a sobrecarga no trânsito local.

VLI mantém crescimento sustentável em 2025

No consolidado de 2025, a VLI manteve sua trajetória de crescimento sustentável, movimentando cargas de setores estratégicos como agronegócio, mineração, indústria e construção civil.

Ao final do ano, a companhia registrou 43,5 bilhões de toneladas por quilômetro útil (TKU) nos corredores ferroviários, crescimento de 4% em relação a 2024. Nos portos onde atua, foram embarcadas 43,9 milhões de toneladas, alta de 2% na comparação anual.

Resultados financeiros refletem gestão sólida

Os indicadores financeiros da companhia também avançaram. A VLI registrou Ebitda de R$ 5,26 bilhões, com receita líquida de R$ 9,95 bilhões e lucro líquido de R$ 1,40 bilhão — crescimento de 5,3% frente a 2024.

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O desempenho foi impulsionado, entre outros fatores, por iniciativas de refinanciamento de dívidas, que contribuíram para a redução das despesas financeiras. A margem Ebitda atingiu recorde de 52,9%, com ganho de 0,5 ponto percentual em relação ao ano anterior.

Investimentos seguem em ritmo elevado

Pelo segundo ano consecutivo, a companhia investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos próprios e concessões sob sua gestão. O montante corresponde a 35% da receita líquida e a 2,5 vezes o lucro líquido reportado no período, reforçando o compromisso com expansão e eficiência operacional.

Perspectiva

Com a consolidação de sua estratégia integrada e investimentos contínuos, a VLI tende a seguir ampliando sua capacidade logística e fortalecendo sua atuação nos principais corredores de escoamento da produção brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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