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Volumosos garantem produtividade e ganho de peso do rebanho durante a seca

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Com a chegada da estiagem, produtores precisam planejar estratégias para que o gado mantenha produtividade e ganho de peso, mesmo com a escassez de forragens e a limitação das pastagens. Uma das principais alternativas é a produção de volumoso, insumo essencial durante o período seco.

Importância do volumoso na dieta dos ruminantes

Segundo o zootecnista e diretor técnico industrial da Connan, Bruno Marson, investir na entressafra é fundamental:

“O volumoso constitui a base da dieta dos ruminantes, garantindo saúde ruminal, melhor desempenho produtivo e maior rentabilidade. Ele fornece a fibra necessária para o bom funcionamento do rúmen.”

A escolha correta do volumoso é determinante para manter a capacidade produtiva e o ganho de peso do gado, além de impactar diretamente a rentabilidade da propriedade.

Principais tipos de volumosos e suas vantagens
  • Silagem de milho: considerada referência no Brasil, oferece alta energia dos grãos e fibra digestível, essencial para o ganho de peso do rebanho.
  • Sorgo: indicado para regiões com menor disponibilidade hídrica. Tem custo de produção mais baixo que o milho, mas valor energético ligeiramente inferior.
  • Cana-de-açúcar: volumoso energético ideal para a seca. Apresenta bom teor de nutrientes digestíveis, alta produtividade e baixo custo, embora seja pobre em proteína bruta. É eficiente para manutenção de peso do rebanho.
  • Silagem de capim: fornece energia e proteína adequadas, podendo ser colhida a cada safra. Por ser perene, nem sempre exige plantio, podendo complementar o pastejo direto.
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Critérios para a escolha do volumoso

Os volumosos podem ser usados em todas as fases produtivas, incluindo vacas em lactação, recria e confinamento. Para escolher o mais adequado, o produtor deve considerar:

  • Disponibilidade e custo
  • Qualidade nutricional
  • Finalidade do uso (manutenção, engorda, produção de leite)
  • Categoria animal

“Observando esses critérios, o produtor poderá garantir produtividade e rentabilidade, mesmo durante períodos de estiagem”, conclui Marson.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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