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MPAC avança no ranking nacional de interações nas redes sociais e sobe para a 6ª posição entre os Ministérios Públicos do país
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) avançou duas posições no ranking nacional de interações nas redes sociais divulgado nesta terça-feira, 21, pela plataforma Social Media Gov, especializada no monitoramento e análise da comunicação pública digital. A instituição passou da 8ª colocação, registrada no primeiro semestre de 2025, para a 6ªposição entre os Ministérios Públicos brasileiros no primeiro semestre de 2026.
O levantamento avalia o desempenho dos perfis oficiais de instituições públicas brasileiras, considerando indicadores como curtidas, comentários, compartilhamentos e outras formas de engajamento nas plataformas digitais. Além dos Ministérios Públicos, o ranking reúne órgãos de diferentes esferas e poderes, como governos estaduais, tribunais, assembleias legislativas, câmaras municipais e instituições federais.
Pelo quarto levantamento consecutivo, o MPAC figura entre os órgãos ministeriais com maior interação nas redes sociais do país, consolidando a estratégia de comunicação institucional voltada à transparência, à prestação de serviços e à divulgação de conteúdos de interesse público. O resultado reforça, ainda, o crescimento contínuo da presença digital da instituição, que vem ampliando seu alcance e estreitando o diálogo com a sociedade acreana.
Atualmente, o Instagram concentra o maior volume de engajamento do MPAC, reunindo milhares de seguidores e registrando expressivo alcance mensal. O desempenho nas redes sociais é resultado de uma estratégia baseada na produção de conteúdos acessíveis, educativos e informativos, desenvolvidos com linguagem simples e alinhados às demandas da população.
Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.
Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.
Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.
As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.
O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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