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MPAC avança no ranking nacional de interações nas redes sociais e sobe para a 6ª posição entre os Ministérios Públicos do país

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) avançou duas posições no ranking nacional de interações nas redes sociais divulgado nesta terça-feira, 21, pela plataforma Social Media Gov, especializada no monitoramento e análise da comunicação pública digital. A instituição passou da 8ª colocação, registrada no primeiro semestre de 2025, para a 6ªposição entre os Ministérios Públicos brasileiros no primeiro semestre de 2026.

O levantamento avalia o desempenho dos perfis oficiais de instituições públicas brasileiras, considerando indicadores como curtidas, comentários, compartilhamentos e outras formas de engajamento nas plataformas digitais. Além dos Ministérios Públicos, o ranking reúne órgãos de diferentes esferas e poderes, como governos estaduais, tribunais, assembleias legislativas, câmaras municipais e instituições federais.

Pelo quarto levantamento consecutivo, o MPAC figura entre os órgãos ministeriais com maior interação nas redes sociais do país, consolidando a estratégia de comunicação institucional voltada à transparência, à prestação de serviços e à divulgação de conteúdos de interesse público. O resultado reforça, ainda, o crescimento contínuo da presença digital da instituição, que vem ampliando seu alcance e estreitando o diálogo com a sociedade acreana.

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Atualmente, o Instagram concentra o maior volume de engajamento do MPAC, reunindo milhares de seguidores e registrando expressivo alcance mensal. O desempenho nas redes sociais é resultado de uma estratégia baseada na produção de conteúdos acessíveis, educativos e informativos, desenvolvidos com linguagem simples e alinhados às demandas da população.

Secretaria de Comunicação/MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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Cruzeiro do Sul: MPAC apura possíveis falhas estruturais e casos reiterados de violência obstétrica na Maternidade do Juruá

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Cruzeiro do Sul, instaurou inquérito civil para apurar possíveis falhas estruturais, administrativas, assistenciais e funcionais na prestação dos serviços obstétricos e neonatais da Maternidade do Juruá.

De acordo com a promotora de Justiça substituta Taís Milhomem, o objetivo é verificar a existência de práticas reiteradas que possam caracterizar violência obstétrica, negligência ou descumprimento de protocolos técnicos, visando a adoção das medidas legais cabíveis para assegurar a qualidade da assistência prestada às gestantes e aos recém-nascidos.

O inquérito tem como um dos fundamentos uma notícia de fato instaurada apurar denúncia de suposta violência obstétrica durante um parto realizado na unidade em julho deste ano. No procedimento, o MPAC requisitou prontuários médicos, escalas de plantão e informações funcionais dos profissionais envolvidos, além de comunicar o Conselho Regional de Medicina e o Conselho Regional de Enfermagem para adoção das providências.

O MPAC também constatou a existência de outros procedimentos extrajudiciais em tramitação e determinou o aproveitamento das informações já produzidas que tratam de fatos semelhantes e o levantamento de outras investigações relacionadas à Maternidade do Juruá, a fim de possibilitar uma análise conjunta sobre eventual repetição de irregularidades e falhas na prestação do serviço.

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As supostas condutas e negligências violam a Lei nº 11.108/2005, a Política Nacional de Humanização, as diretrizes da Rede Cegonha e as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, as quais estabelecem parâmetros para a assistência humanizada ao parto, vedando a adoção de práticas obstétricas desnecessárias, degradantes ou potencialmente lesivas à saúde materna e neonatal.

A investigação poderá resultar na adoção de medidas como a expedição de recomendações, a celebração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou o ajuizamento de ação civil pública, além de outras providências necessárias para garantir um atendimento obstétrico e neonatal adequado e proteger os direitos das gestantes, dos recém-nascidos e da população.

Samia Roberta – Secretaria de Comunicação/MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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