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MPAC participa de reuniões no CNPG e no CNMP sobre PEC da Segurança Pública e decisão do STF que impacta remuneração
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta terça-feira, 10, em Brasília, de reuniões realizadas no âmbito do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18, que dispõe sobre a segurança pública, e dos reflexos da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, sobre questões remuneratórias que atingem membros e servidores do Ministério Público.
No CNMP, representantes do CNPG e da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) reuniram-se com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e com o relator da PEC 18, deputado Mendonça Filho. O Ministério Público brasileiro manifestou apoio ao texto, com indicação de sugestões de aprimoramento.
Entre os pontos destacados estão a ampliação do financiamento para ações e políticas de combate ao crime organizado, a priorização das vítimas no âmbito do sistema de Justiça e a integração da atuação estatal, com a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), preservando a autonomia dos estados e o poder investigatório do Ministério Público.
O secretário-geral do MPAC, promotor de Justiça doutor Adenilson de Souza, destacou a importância da participação da instituição nas discussões nacionais.

“Participamos de encontros relevantes nos Conselhos Superiores do Ministério Público, com o propósito de debater assuntos de interesse da carreira e da instituição em âmbito nacional. Também abordamos a recente decisão do ministro Dino, que impacta a organização remuneratória, abrangendo tanto o Ministério Público quanto outros servidores públicos. As discussões foram significativas, considerando o impacto financeiro em toda a estrutura do funcionalismo público”, disse.
Durante as tratativas, foi obtida a ampliação do prazo inicialmente fixado pelo Procurador-Geral da República, de cinco para quinze dias, para que os Ministérios Públicos informem sobre formas de remuneração e gratificações. A prorrogação, que considerou o período de Carnaval, permitirá análise mais detalhada do tema, que envolve a necessidade de observância dos princípios constitucionais da transparência e da legalidade referente à remuneração do serviço público.
Marcelina Freire Agência de Notícias do MPAC
Fotos: Fabrício Murta-CNMP
Fonte: Ministério Publico – AC
MP AC
Brasileia: MPAC monitora medidas após chuvas intensas
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, instaurou um procedimento administrativo para fiscalizar, acompanhar e fomentar as medidas de resposta ao desastre provocado pelas fortes chuvas registradas no município na última quinta-feira, 16.
Segundo dados da Agência Nacional de Águas e do Serviço Geológico do Brasil, o volume de chuva superou 230 milímetros em menos de cinco horas, ocasionando alagamentos de grande proporção e impactos severos nas zonas urbana e rural. A situação resultou na invasão de residências, comércios e prédios públicos, na interdição de vias e em danos à infraestrutura, levando o Poder Executivo Municipal a decretar estado de emergência.
A medida do MPAC tem como objetivo acompanhar a execução do Plano de Contingência Operacional de Enchente do Município de Brasileia, instrumento que estabelece as atribuições dos órgãos responsáveis pelas ações emergenciais, como a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec), a Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas) e a Secretaria Municipal de Obras, Transporte e Urbanismo (Semotur).
Entre as medidas determinadas pelo MPAC, está a requisição de informações detalhadas, no prazo de 72 horas, aos órgãos municipais envolvidos na resposta ao desastre.
O MPAC solicitou, ainda, dados sobre a execução do plano de contingência, o funcionamento da Sala de Situação, o monitoramento de áreas de risco, o número de famílias em situação de perigo iminente, a quantidade de abrigos temporários e de pessoas acolhidas, além do andamento do cadastramento socioeconômico das famílias desabrigadas e desalojadas.
Também foram requisitadas informações sobre o planejamento para distribuição de kits de higiene e limpeza, considerados essenciais para a desinfecção e reabilitação das moradias após a baixa das águas, bem como sobre as ações de remoção de famílias de áreas de risco, apoio estrutural aos abrigos e cronograma de limpeza urbana, desobstrução de vias e retirada de entulhos.
O procedimento, assinado pelo promotor de Justiça Flávio Bussab Della Líbera, terá vigência inicial de um ano, podendo ser prorrogado conforme a necessidade, enquanto persistirem os efeitos da situação de emergência e suas consequências.
Marcelina Freire – Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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