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MPAC prestigia solenidade de passagem de comando da 17ª Brigada de Infantaria de Selva

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pelo procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Celso Jerônimo de Souza, participou da cerimônia oficial de passagem do cargo de comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, a “Brigada Príncipe da Beira”, realizada na noite desta quarta-feira, 13, em Porto Velho (RO).

A solenidade marcou a transição do comando do general Diógenes de Souza Gomes para o general Marco Aurélio Magalhães Cavalcanti. O ato seguiu o protocolo militar e destacou a relevância estratégica da 17ª Brigada de Infantaria de Selva para a região amazônica, além de reconhecer os serviços prestados pelo general Diógenes durante sua gestão.

Reunindo diversas autoridades civis e militares, a cerimônia contou com homenagens, discursos e momentos de confraternização, fortalecendo os laços de parceria entre as Forças Armadas e outras instituições.

Em suas palavras de despedida, Diógenes fez um balanço do período à frente da Brigada, ressaltando a atuação no combate a ilícitos transnacionais, proteção à floresta e apoio às comunidades ribeirinhas e aos povos originários. Já o general Marco Aurélio, ao assumir, reafirmou seu compromisso com a continuidade do trabalho e com o vínculo entre a Brigada e a comunidade local.

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“O prestigio conquistado pelo general Diógenes no período em que esteve no comando da 17ª Brigada de Infantaria de Selva pode ser medido pelo quantitativo de pessoas e autoridades que compareceram nesta solenidade. Sua dedicação, competência, serenidade, visão estratégica e espírito de liderança são marcadas por três virtudes que merecem registro: o exemplo pessoal, que inspira subordinados e fortalece a coesão; a capacidade de ouvir e decidir, harmonizando prudência e coragem; o compromisso inabalável com a missão e com a tropa, traduzindo em atos o lema maior de servir ao Brasil. Seu legado permanecerá inscrito não apenas nos relatórios e nos registros históricos da Brigada, mas na memória e no coração daqueles que tiveram a honra de servir sob seu comando”, disse Celso Jerônimo.

“De igual modo, o general Marco Aurélio Magalhães Cavalcanti, que doravante assume a grande responsabilidade de comandar a 17ª Brigada, tem reconhecida trajetória militar vitoriosa, dotado que é de preparo técnico, experiência de campo e profundo senso de dever, apto a conservar não apenas os valores, como a missão de proteger a Pátria neste cenário único e estratégico que é a Amazônia”, completou.

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Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC e instituições parceiras abrem conferência sobre recuperação de ativos no Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em parceria com a Polícia Civil do Estado do Acre (PCAC) e o Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC), abriu, nesta quinta-feira, 20, a I Conferência Recupera no Acre. O evento integra as iniciativas da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera), coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP).

Realizada no auditório do Sebrae, em Rio Branco, a conferência segue até esta sexta-feira, 21, e reúne membros do Ministério Público e representantes do Sistema de Justiça e da Segurança Pública de diferentes estados. A programação inclui palestras e painéis temáticos voltados ao aperfeiçoamento das estratégias de recuperação de ativos relacionados à lavagem de dinheiro e a outros crimes tributários, como instrumento de enfrentamento às organizações criminosas.

Na abertura, o subprocurador-geral de Governança Institucional, Adenilson de Souza, representou o MPAC, destacando a relevância de o Acre sediar o evento. Ele chamou a atenção para as particularidades do enfrentamento ao crime organizado em um estado amazônico e de fronteira.

“Receber no Acre a primeira Conferência Recupera tem um significado especial. Estamos na Amazônia, em um estado de fronteira, onde conhecemos de perto a complexidade de enfrentar organizações criminosas que atravessam territórios, movimentam recursos e constroem redes que não reconhecem os mesmos limites geográficos impostos à atuação do poder público. Se o crime se organiza em rede, o Estado também precisa aprender a agir em rede”, afirmou.

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O secretário-geral do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos do Estado do Acre (Cira), promotor de Justiça Daisson Gomes Teles, apresentou a atuação do colegiado e os resultados alcançados a partir da articulação entre as instituições que o integram. Ele ressaltou que o trabalho desenvolvido pelo Cira está alinhado aos objetivos da Rede Recupera, especialmente no rastreamento e na recuperação de patrimônio relacionado a crimes contra a ordem tributária.

“O Cira é um órgão novo, mas que já vem fazendo um trabalho de excelência na recuperação de ativos. Estamos aqui para tratar de um dos grandes desafios no enfrentamento ao crime organizado: alcançar efetivamente o patrimônio e os recursos que sustentam essas organizações”, destacou.

Representando o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, delegado Getúlio Monteiro, explicou que a Rede Recupera articula órgãos e unidades especializadas para aprimorar todas as etapas da recuperação de ativos relacionados à prática ou ao financiamento de crimes, desde a identificação e apreensão até a administração, alienação e destinação dos bens.
“A Rede foi criada para fazer a diferença, transformando divisas que antes apresentavam fragilidades na fiscalização em importantes pontos de atuação e fortalecimento do trabalho das forças de segurança”, declarou.

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A abertura contou ainda com a participação de autoridades de diferentes instituições, entre elas a procuradora-geral do Estado, Janete Melo; o presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Laudivon Nogueira; o delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin; o superintendente da Polícia Federal no Acre, Pedro Sanches; o delegado Jarlen Rodrigues, representando a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp); e a juíza federal Luzia Farias.

Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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