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MPAC promove encontro para orientar e acolher famílias de pessoas com TEA

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) promoveu, na manhã desta segunda-feira, 13, a roda de conversa “Compreender para cuidar: apoio e informação às famílias de pessoas com TEA”, realizada no Centro Especializado em Reabilitação (CER III), em Rio Branco.

Conduzido pelo psicólogo Rodrigo Gomes, o encontro reuniu cerca de 50 pais e responsáveis por pacientes atendidos pela unidade, com foco na escuta, no diálogo e no compartilhamento de experiências entre as famílias. A roda de conversa foi promovida pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde, da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência e pelo Grupo de Trabalho na Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (GT-TEA). Contou ainda com parceria do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania.

A atividade teve como objetivos promover a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), oferecer orientação às famílias e fortalecer a rede de cuidado e acolhimento às pessoas autistas. Durante o encontro, os participantes puderam tirar dúvidas, relatar vivências e trocar informações em um ambiente acolhedor e participativo.

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A coordenadora do GT-TEA, procuradora de Justiça Gilcely Evangelista, destacou que é compromisso do Ministério Público contribuir para que direitos sejam efetivamente garantidos e que o atendimento seja cada vez mais humanizado.

“A escuta das famílias é fundamental para qualificar a atuação institucional. Quando criamos espaços como este, estamos não apenas levando informação, mas também fortalecendo uma rede de cuidado mais sensível e preparada para acolher as pessoas com TEA e seus familiares. O compromisso do Ministério Público é justamente esse”, destacou.

Como parte das ações, também foram distribuídos materiais informativos com orientações sobre o transtorno, direitos das pessoas com TEA e formas de acesso a serviços de apoio.

Para Jucinete Fraga, tia de Gabriel Fraga, jovem de 18 anos autista com atraso global, o momento foi marcado pelo acolhimento e pela escuta qualificada.

“Não é fácil, tem dia que até a gente se desregula, imagina eles. E muitas vezes nós chegamos nos órgãos e somos mal recebidos por atendentes, secretárias, recepcionistas. E esse acolhimento que vocês fizeram hoje aqui… tenho certeza de que não só eu, mas várias mães que estão aqui se sentiram acolhidas. É uma esperança de que nossas crianças estão sendo aceitas na sociedade, de que existe alguém que se preocupa com elas”, relatou.

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A iniciativa reforça o papel do MPAC na promoção de ações que ampliam o acesso à informação, incentivam o acolhimento institucional e contribuem para a construção de uma rede mais sensível e preparada para atender às demandas das pessoas com TEA e suas famílias.

Texto: Jaine Araújo
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC executa projeto Justiça de Gênero e fortalece rede de proteção às mulheres em Capixaba

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero), com apoio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Capixaba, realizou, entre os dias 21 e 24 de setembro, a execução do Projeto Justiça de Gênero no município. A iniciativa tem como objetivo fortalecer as ações de enfrentamento à violência contra a mulher e ao feminicídio.

O projeto contempla mulheres vítimas de violência doméstica e familiares de vítimas de feminicídio. Entre as ações desenvolvidas está a escuta ativa de mulheres sobreviventes de tentativas de feminicídio, com o objetivo de reinseri-las na rede de atendimento do município, considerando as necessidades identificadas em cada caso.

Como parte da programação, foi realizada uma oficina com profissionais das instituições que integram a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. A atividade, que contou com contou com a participação do promotor de Justiça Wendelson Mendonça da Cunha, promoveu a reflexão sobre os principais desafios relacionados ao atendimento, à proteção e ao acompanhamento das vítimas, considerando as informações e experiências compartilhadas durante a escuta ativa das mulheres sobreviventes de tentativas de feminicídio.

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Durante a programação, também foram apresentados dados e análises sobre o cenário da violência de gênero no Acre, incluindo registros de feminicídios consumados e tentados, violência doméstica e familiar e violência sexual.

Os indicadores subsidiaram as discussões sobre os desafios existentes no atendimento às vítimas, a efetivação das medidas previstas na Lei Maria da Penha, a adoção de práticas de acolhimento humanizado e o aprimoramento dos fluxos de atendimento.

Secretaria de Comunicação/MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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