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MPAC promove palestra “Reflexões sobre Violência de Gênero” para estudantes do ensino médio, em Rio Branco

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 7ª Promotoria de Justiça Criminal, que atua perante a 2ª Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco, realizou, na última sexta-feira, 6, a palestra “Reflexões sobre Violência de Gênero”, voltada para alunos do 2º ano do ensino médio do Colégio Meta, em Rio Branco.

A atividade teve como foco a conscientização sobre o papel da sociedade e do Ministério Público no combate à violência de gênero, bem como na construção de uma cultura de respeito e igualdade.

Conduzida pela promotora de Justiça Diana Soraia Tabalipa, a palestra integra as atividades do MPAC alusivas ao Mês da Mulher.

Durante o encontro, os estudantes participaram das discussões, compartilhando opiniões e relatos e contribuindo para o debate sobre as diferentes formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, bem como sobre os mecanismos legais disponíveis para o enfrentamento dessas situações.

A promotora destacou o papel fundamental da educação na transformação social e no fortalecimento do enfrentamento à violência contra a mulher, ressaltando a importância das ações preventivas.

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“Fizemos reflexões sobre a violência de gênero, sobre o machismo, sobre o patriarcado e também sobre algumas evoluções, que tivemos e que precisamos ter ainda em relação aos direitos das mulheres, ressaltando que a dignidade da pessoa humana, que está na Constituição Federal, é tanto para homens quanto para mulheres. Nós queremos uma sociedade igualitária, uma sociedade que trate bem o ser humano”, disse.

Esta é a segunda vez que o MPAC realiza palestra com esse tema para os estudantes da escola. No ano passado, a atividade foi direcionada aos alunos do 3º ano do ensino médio, com foco na Lei Maria da Penha e nas diferentes formas de violência contra as mulheres.

A professora de Língua Portuguesa e Redação do Colégio Meta, Patrícia Rufus, relatou que a iniciativa realizada em 2025 gerou resultados positivos. Segundo ela, após a palestra promovida pelo MPAC, os estudantes desenvolveram apresentações sobre o tema e levaram o debate para alunos de outras turmas da escola.

Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC atua com a Polícia Federal em operação contra tráfico de drogas

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), atuou em conjunto com a Polícia Federal na deflagração da Operação Rota do Fim, realizada nesta quarta-feira, 27, com o objetivo de desarticular organização criminosa investigada por tráfico interestadual de drogas e lavagem de capitais.

A operação também contou com o apoio da Receita Federal do Brasil (RFB) e mobilizou 145 policiais federais e 10 fiscais da Receita Federal.

As investigações tiveram início após a apreensão de 469 quilos de cocaína e 160 gramas de maconha, ocorrida em 2022, na cidade de Poconé, no Mato Grosso. A partir do flagrante, foi identificada a atuação de uma organização criminosa baseada no Acre, com suposta ligação a grupo criminoso do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Federal, os investigados utilizavam atividades relacionadas à cadeia produtiva da pecuária bovina para disfarçar a movimentação de recursos ilícitos. O grupo teria se infiltrado em empresas fornecedoras de insumos, processamento, distribuição e comercialização de produtos e subprodutos da carne bovina, além de leilões de gado.

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De acordo com as investigações, a organização criminosa movimentou aproximadamente R$ 200 milhões em recursos de origem ilegal, que teriam sido misturados a valores lícitos do setor pecuário.

Estão sendo cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão nos estados do Acre, Rondônia, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Mato Grosso. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco, que também determinou o bloqueio de imóveis, veículos, valores e rebanho bovino vinculados aos investigados.

Até o momento, três pessoas foram presas em razão de posse ou porte ilegal de arma de fogo.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e outros delitos eventualmente identificados no decorrer do inquérito policial.

Fonte e foto: Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Fonte: Ministério Publico – AC

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