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Projetos do MPAC são premiados no Prêmio CNMP 2025
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) foi premiado em três projetos no Prêmio CNMP 2025, promovido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira, 10, em Brasília.
O projeto “Comunicado de Atividade Atípica (Coat)” conquistou o 2º lugar na categoria Atuação Finalística VII: Técnicas de Investigação Cíveis e Criminais para a Defesa de Probidade Administrativa. A iniciativa é elaborada pela Coordenação do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), órgão auxiliar do MPAC.
Já o projeto “Fornecimento de Produtos Regionais para o Projeto Merenda Escolar por Agricultores Familiares” ficou em 3º lugar na categoria Atuação Finalística II: Saúde, Segurança, Infância e Juventude. Essa iniciativa é desenvolvida pela Promotoria de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente de Cruzeiro do Sul, em parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac).
Também foi premiado o projeto “Bora! – a rede de talentos do MPAC”, que conquistou o 3º lugar na categoria Atuação Administrativa III: Gestão e Governança. Idealizado pelo SeringalLab, o projeto conecta pessoas com base em suas habilidades e interesses, favorecendo a formação de equipes multidisciplinares na instituição.
“Receber esse reconhecimento em três categorias distintas do Prêmio CNMP é motivo de grande orgulho para o Ministério Público do Acre. Além de ser uma conquista institucional, os prêmios refletem o trabalho dedicado de equipes que acreditam na força da inovação, da responsabilidade e do compromisso social. Os projetos premiados representam a nossa busca por resultados concretos que façam diferença na vida das pessoas e fortaleçam a atuação do Ministério Público em defesa da sociedade”, destacou o procuradora-geral de Justiça Danilo Lovisaro do Nascimento.
Participaram da entrega da premiação a procuradora-geral adjunta para Assuntos Administrativos e Institucionais, Rita de Cássia Nogueira, a secretária de Planejamento Institucional e Inovação e coordenadora do NAT, promotora de Justiça Marcela Cristina Ozório, e o promotor de Justiça Leonardo Honorato.


“Receber esse reconhecimento em três categorias tão importantes, Investigações Cíveis e Criminais, Saúde e Infância, e Gestão e Governança, é motivo de muita honra e alegria para o Ministério Público do Acre. Essas conquistas são fruto do empenho coletivo das equipes e reafirmam o nosso compromisso de seguir inovando, com eficiência e resultados concretos para a sociedade”, enfatizou a procuradora.

Ao todo, 54 programas e projetos de ramos e unidades do Ministério Público brasileiro concorreram à premiação.
“É uma honra representar o MPAC no prêmio do CNMP nessa edição 2025, onde concorremos na Secretaria de Planejamento com o Projeto Bora e no NAT com o projeto Coat. Esses projetos são resultados dos esforços de duas equipes muito comprometidas, que buscam no dia a dia aliar a inovação com comprometimento, lealdade, dedicação e muito esforço em prol da nossa sociedade. Esse prêmio do CNMP vem coroar a gestão procurador de Justiça Danilo Lovisaro, 2024-2025, que não mediu esforços para incentivar as equipes e fornecer todo subsídio e estrutura para que a gente possa desenvolver projetos e ter destaque nacional”, disse a promotora.
Sobre o prêmio
Instituído pelo CNMP, o Prêmio busca valorizar o trabalho de membros e servidores do Ministério Público brasileiro que se destacam pela inovação, eficiência e resultados sociais, não sendo permitida a participação de conselheiros, membros auxiliares, integrantes da Comissão Julgadora e da Secretaria Executiva do Prêmio.
A premiação tem como objetivo reconhecer programas e iniciativas que estejam alinhados ao Plano Estratégico Nacional do Ministério Público (PEN-MP) e ao Plano Nacional de Atuação Estratégica (PNAE), contribuindo para o fortalecimento e a modernização da instituição em todo o país.
Agência de Notícias do MPAC
Fotos: CNMP
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC participa de mobilização nacional para qualificar atendimento a mulheres em situação de violência
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), em conjunto com instituições parceiras, realizou, nesta quarta-feira, 2, o Dia C de Capacitação, ação voltada à incorporação da perspectiva de gênero na atuação dos profissionais de segurança pública e à qualificação do atendimento a mulheres e meninas em situação de violência. O evento aconteceu na Escola do Poder Judiciário, com transmissão para municípios do interior.
A capacitação ocorreu simultaneamente nos 26 estados e no Distrito Federal e foi concebida no âmbito do Comitê de Governança das Políticas de Segurança Pública voltadas à Prevenção e ao Enfrentamento da Violência contra Mulheres e Meninas (CGV Mulheres), da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP).
A iniciativa foi realizada em parceria com a Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid), do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), a Escola Nacional de Segurança Pública e o Ministério das Mulheres. No Acre, o MPAC participou da organização e mobilização.
Na abertura, o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, destacou que a capacitação parte de uma questão diretamente relacionada à qualidade da resposta oferecida pelo poder público às vítimas de violência doméstica e familiar. Ressaltou ainda que o atendimento deve estar apoiado em preparação técnica e na compreensão das diferentes circunstâncias em que a violência de gênero se manifesta.
“A qualidade do atendimento precisa ser sustentada por conhecimento, protocolos adequados, perspectiva de gênero e capacidade de compreender as diferentes circunstâncias em que a violência acontece. Tenho certeza de que todas e todos aqui sairão mais preparados para fazer aquilo que deve orientar os profissionais da segurança pública e toda a rede de proteção: acolher com respeito e proteger com efetividade”, disse.
Uma das palestrantes do evento, a procuradora-geral adjunta da Criança, do Adolescente e da Educação e ouvidora-geral do MPAC, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, falou da disposição do Ministério Público em atuar sempre de forma articulada com a rede de proteção às mulheres. “As nossas forças precisam ser unidas no combate à violência contra meninas e mulheres. Estamos aqui para nos irmanar e também para dizer a todas e todos que podem sempre contar com o Ministério Público.”

Responsável por articular a formação no estado do Acre, a promotora de Justiça Dulce Helena Franco falou sobre os objetivos da iniciativa. “Essa iniciativa nasce da compreensão de que o combate à violência exige respostas cada vez mais integradas, humanizadas e efetivas. O nosso maior objetivo aqui é qualificar essa resposta do Estado.”
A programação
A formação foi organizada em três eixos. O primeiro, “Perspectiva de gênero na atuação dos profissionais de segurança pública”, contou com a participação da psicoterapeuta Fabiana Paula de Oliveira, da procuradora de Justiça Kátia Rejane e da servidora do MPAC Otília Amorim.
O segundo eixo abordou “Acolhimento e atendimento humanizado sem revitimização institucional”, com as promotoras de Justiça Giselle Luiza Silva e Giovana Kohata; e a tenente Cristiane Lima.


Encerrando a programação, o terceiro eixo tratou de “Medidas protetivas de urgência e avaliação de risco”, com exposições da promotora Dulce Helena, do promotor Ildon Maximiano, do juiz de Direito Guilherme Fraga e da delegada Juliana de Angelis.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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