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Cleitinho critica Justiça pela possibilidade de Bolsonaro cumprir pena na Papuda

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (18), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) afirmou que o tratamento dado ao ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, é injusto e covarde. O parlamentar lamentou ao falar sobre a possibilidade de ele ser levado para cumprir pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

— Agora, o que estão fazendo com ele é uma baita de uma injustiça e covardia, porque o atual presidente da República, quando foi ex-presidente, o Lula, ele não foi para a Papuda. E vale lembrar que ele foi condenado, naquela época, e está “descondenado” hoje, por corrupção. E ele não chegou a ir para Papuda, pelo contrário, ele foi para a Polícia Federal.

Segundo Cleitinho, o ex-presidente Bolsonaro está recebendo tratamento desigual com relação ao que foi dado à época ao presidente Lula. Ele afirmou que Bolsonaro “não tem nada de corrupção” e que não houve “nada de golpe”, mas que querem levá-lo para a Papuda.

— Mostra que isso virou uma briga ideológica, uma briga pessoal, e quem está perdendo com isso, que fique claro, é todo o povo brasileiro. Porque, quando o Lula foi preso, eu não saí comemorando não, porque isso é péssimo para o país. Então, para essas pessoas que ficam aí comemorando prisão de presidente da República, isso é horrível para o país. Isso é péssimo para o país. E a maneira como vocês estão conduzindo isso é péssimo para o país. Mostra a descredibilidade em que está a Justiça do Brasil hoje.

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O senador defendeu que todos os senadores e os deputados que fizeram campanha com o Bolsonaro e que usaram a imagem dele em 2018 e 2022 subam à  tribuna para defender a honra do ex-presidente.

Cleitinho também falou sobre a PEC da isenção do IPVA para veículos acima de 20 anos (PEC 72/23).  Ele relatou ter conversado com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, que teria se comprometido a votar a matéria em Plenário na semana que vem.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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