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Cleitinho defende debate sobre escala 6×1

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (31), defendeu o debate sobre a escala de trabalho 6×1 — sistema em que o trabalhador exerce suas atividades por seis dias consecutivos seguidos de uma folga, desde que respeitado o limite de 44 horas semanais.

Segundo ele, a remuneração recebida é insuficiente diante das despesas básicas — e, por isso, o debate sobre essa escala deveria ser prioridade.

— Isso aqui deveria ser a pauta mais importante do Brasil. Enquanto a gente fica brigando de esquerda e direita, o trabalhador está recebendo R$ 50 para trabalhar oito horas por dia — protestou.

Cleitinho também criticou a diferença entre a remuneração do trabalhador e a de agentes públicos, além de questionar benefícios pagos a integrantes do Judiciário, entre outros. Ele propôs a revisão de auxílios e a redução das despesas públicas, com foco na valorização do trabalhador e do setor produtivo.

— Já passou da hora de a gente dar um fim nos supersalários. Essa discussão tem de ocorrer aqui também. É com isso que a gente vai mudar o país — disse.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova o uso de novas assinaturas digitais

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A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite o uso de novas assinaturas eletrônicas para comprovar a autoria de documentos digitais.

Pelo texto, serão aceitas todas as ferramentas para atestar autoria que constem na Lei das Assinaturas Eletrônicas (Lei 14.063/20), inclusive tecnologias que não usem os certificados oficiais do governo (sistema ICP-Brasil).

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), ao PL 1195/25, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O parecer ampliou o alcance do projeto original que se limitava a incluir o uso do blockchain como meio de assinatura oficial. “O projeto permite maior alcance a essa e outras tecnologias, presentes e futuras”, reforçou Zaeli.

Para que o documento tenha validade legal, basta que as duas partes envolvidas concordem com o formato escolhido.

A proposta altera a medida provisória 2200-2/01 que regula as assinaturas digitais no Brasil e cria a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

Esse sistema garante que um documento assinado no computador tenha o mesmo valor legal que um documento assinado no papel. Atualmente, a regra foca em um modelo fechado. Nele, o governo fiscaliza as empresas que vendem certificados digitais para a população.

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O texto aprovado permite que sistemas independentes (descentralizados) também sirvam para validar documentos. Com isso, tecnologias modernas como o blockchain passam a ter validade jurídica para assinar arquivos eletrônicos.

Próximos passos
A proposta que tramita em caráter conclusivo será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada perla Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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