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Comissão debate falsificações e adulterações de produtos para saúde

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POLÍTICA NACIONAL

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debate, na terça-feira (25), o avanço das falsificações e adulterações de produtos para saúde, incluindo medicamentos, serviços, documentos e informações.

O debate foi solicitado pela deputada Rosangela Moro (União-SP) e será realizado às 17 horas, no plenário 7.

Confira a lista de convidados e envie suas perguntas

O objetivo da audiência pública é avaliar os impactos econômicos, jurídicos e sociais das falsificações no setor da saúde e discutir medidas para fortalecer o combate a essas práticas ilícitas.

Dados da Polícia Federal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que medicamentos falsificados têm sido apreendidos em larga escala, com riscos graves à saúde pública, especialmente em casos de ausência ou alteração da substância ativa.

“A falsificação mina a confiança pública nos órgãos reguladores, compromete a
segurança dos consumidores e fortalece redes criminosas de grande escala. Além dos danos à saúde e ao patrimônio, ela gera perda de credibilidade científica e
institucional, prejudicando a formulação de políticas baseadas em evidências e
desestimulando investimentos no setor produtivo nacional”, afirma a deputada.

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Rosangela Moro espera, com o debate:

  • mapear causas e lacunas institucionais que favorecem o avanço das falsificações;
  • avaliar instrumentos legais e tecnológicos de rastreabilidade;
  • fortalecer a integração entre órgãos fiscalizadores e entidades científicas; e
  • propor medidas legislativas e administrativas para prevenção e repressão.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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32 senadores tentam a reeleição neste ano

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A campanha eleitoral começou oficialmente no domingo (16). No caso do Senado, a votação de 4 de outubro coloca em disputa dois terços das cadeiras da Casa. Em outras palavras, até 54 de suas 81 vagas podem ser renovadas — a não ser nos casos de reeleição.

A renovação dos mandatos no Senado é feita de forma intercalada: em uma eleição, um terço das vagas (27 cadeiras) entra em disputa; na eleição seguinte, dois terços das vagas (54 cadeiras) estão em jogo. O mandato de um senador é de oito anos. 

Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 314 candidatos para o Senado. Desse total, 32 são senadores que tentam a reeleição (veja a tabela abaixo).

A média da concorrência para o Senado é de 5,8 candidatos por vaga. O estado que menos registrou candidatos foi Alagoas, com apenas sete nomes. Já o estado recordista de candidatura foi o Piauí: 20 concorrentes registrados.

Conforme prevê a Constituição, cada senador representa seu estado e é eleito pelo sistema majoritário (ou seja, vence o pleito quem tem o maior número de votos), enquanto o deputado federal representa o povo e é eleito pelo sistema proporcional.

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Cada estado pode eleger três senadores, independentemente do tamanho da população ou do número de eleitores. O candidato ao Senado registra sua chapa com dois suplentes.

Senadores que tentarão a reeleição

Alessandro Vieira (MDB-SE)

Angelo Coronel (Republicanos-BA)

Carlos Fávaro (PSD-MT)

Carlos Portinho (PL-RJ)

Carlos Viana (PSD-MG)

Chico Rodrigues (PSB-RR)

Cid Gomes (PSB-CE)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Eduardo Braga (MDB-AM)

Eduardo Gomes (PL-TO)

Eliziane Gama (PSD-MA)

Esperidião Amin (PP-SC)

Fabiano Contarato (PT-ES)

Humberto Costa (PT-PE)

Jaques Wagner (PT-BA)

Leila Barros (PDT-DF)

Lucas Barreto (PSD-AP)

Marcelo Castro (MDB-PI)

Marcio Bittar (PL-AC)

Marcos do Val (Avante-ES)

Plínio Valério (PSDB-AM)

Randolfe Rodrigues (PT-AP)

Renan Calheiros (MDB-AL)

Rogerio Carvalho (PT-SE)

Sérgio Petecão (PSD-AC)

Soraya Thronicke (PSB-MS)

Styvenson Valentim (Podemos-RN)

Vanderlan Cardoso (PSD-GO)

Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)

Weverton (PDT-MA)

Zenaide Maia (PSD-RN)

Zequinha Marinho (Podemos-PA)

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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