POLÍTICA NACIONAL
Comissão debate proteção a produtores rurais afetados pelas chuvas na Zona da Mata mineira
POLÍTICA NACIONAL
A comissão externa da Câmara dos Deputados criada para acompanhar os impactos das chuvas intensas ocorridas na Zona da Mata de Minas Gerais realiza, nesta terça-feira (19), audiência pública para discutir a retomada das atividades econômicas e a reconstrução dos municípios atingidos pelos temporais de fevereiro deste ano. Essa será a primeira reunião do colegiado.
O debate será realizado às 14 horas, no plenário 15.
A audiência atende a pedidos dos deputados Ana Pimentel (PT-MG) e Igor Timo (União-MG). Segundo os parlamentares, as chuvas registradas em fevereiro provocaram perdas humanas, destruição de moradias, deslocamento de famílias e prejuízos à infraestrutura urbana em municípios da Zona da Mata mineira, especialmente em Juiz de Fora.
Os deputados afirmam que os danos também afetaram a malha rodoviária da região, comprometendo o deslocamento de pessoas e o escoamento de mercadorias.
“Os danos provocados pelas enchentes exigem ações coordenadas para recuperar a infraestrutura, apoiar os produtores rurais e assegurar a continuidade dos serviços essenciais”, afirmam os parlamentares no requerimento.
Da Redação – RS
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Dr. Hiran critica desincompatibilização em eleição suplementar de Roraima
Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (10), o senador Dr. Hiran (PP-RR) criticou decisões judiciais que, segundo ele, têm dificultado o registro da candidatura do ex-prefeito de Boa Vista Arthur Henrique na eleição suplementar para o governo de Roraima. O parlamentar afirmou que a disputa foi convocada após a cassação do governador Antonio Denarium e do vice-governador Edilson Damião.
Segundo o senador, o impasse refere-se à exigência de cumprimento de prazos de desincompatibilização para candidatos ao pleito suplementar. Dr. Hiran argumentou que as regras aplicadas às eleições ordinárias não deveriam ser adotadas da mesma forma em uma eleição convocada após a cassação de mandato, pois os interessados não teriam como prever a realização da disputa com antecedência suficiente para se afastarem de seus cargos.
— Tivemos uma decisão de um ministro do Supremo, o ministro Flávio Dino, interferindo numa questão, a meu juízo, uma questão eleitoral, e não constitucional. Tem cerceado o direito de o nosso candidato se registrar nesse pleito. Tem exigido, através de uma liminar, que tivesse havido uma desincompatibilização de três, quatro ou seis meses, como na eleição ordinária. É óbvio, ninguém havia se preparado, ninguém havia se afastado dos seus cargos, porque isso era um fator superveniente — declarou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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