POLÍTICA NACIONAL
CRE aprova acordo que amplia cooperação na área de defesa entre Brasil e Benin
POLÍTICA NACIONAL
A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou nesta terça-feira (9) um acordo militar firmado entre Brasil e Benin para ampliar a cooperação na área de defesa entre os dois países. O texto, apresentado pelo Poder Executivo, recebeu parecer favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC).
Agora o projeto de decreto legislativo que trata do acordo (PDL 270/2024) segue para votação no Plenário do Senado. O tratado internacional foi assinado em 2023 e engloba as áreas de pesquisa, desenvolvimento e apoio logístico.
O documento prevê o intercâmbio de métodos e procedimentos usados em operações de segurança e defesa — especialmente em missões internacionais de paz —, além do compartilhamento de conhecimentos em ciência e tecnologia. Também estão incluídos projetos conjuntos de formação e treinamento militar, a realização de exercícios combinados e a troca de informações estratégicas.
O acordo contempla ainda a cooperação em relação a materiais, equipamentos e serviços de defesa. De acordo com o texto, as informações trocadas ou geradas no âmbito da parceria serão regidas por um acordo específico.
“Entendemos como de extrema relevância para os interesses nacionais o estreitamento dos laços com nações como o Benin, país com o qual o Brasil mantém as melhores relações. O presente acordo contribuirá sobremaneira para o estreitamento dos laços com a nação africana”, escreveu o senador Esperidião Amin em seu parecer.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Daniella Ribeiro pede que eleitor avalie candidatos e reflita para votar
A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (13), criticou a polarização no país e defendeu que a população avalie com atenção as propostas e a atuação dos candidatos. Para a parlamentar, as divergências não devem impedir o diálogo nem comprometer a análise sobre os rumos do país.
— Que possamos sair da polarização que tanto fez mal e tem feito ao nosso país. Que pensemos com esse espírito crítico, esse espírito de cidadão e de cidadã. Político de estimação ninguém merece — afirmou.
Daniella também explicou a decisão de não disputar a reeleição ao Senado. A senadora disse que optou por apoiar a candidatura do filho, Lucas Ribeiro (PP), reeleito governador da Paraíba no primeiro turno das eleições de outubro. Lucas assumiu o cargo em abril deste ano, após a renúncia de João Azevêdo (PSB), que deixou o governo para disputar uma vaga no Senado. A parlamentar encerra o mandato em fevereiro de 2027.
— Muitos escolheriam que o filho ficasse sentado na cadeira e fosse para uma eleição tranquila, mas a Paraíba estava vivendo um momento extraordinário. E isso não sou eu quem está dizendo, são números, são institutos de pesquisa que mostram, não só no orçamento, na questão fiscal, no desenvolvimento. E aí eu tive que fazer uma escolha: ou a Daniella estar aqui no Senado, com tantos programas bons e projetos, ou o Lucas seguir e ir para essa eleição, e eu me retirei do processo eleitoral — declarou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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