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POLÍTICA NACIONAL

Deputados se reúnem com Mauro Vieira pela libertação de deputada e ativistas presos em Israel

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Deputados do PT e de outros partidos se reuniram nesta quinta-feira (2) com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para discutir a prisão da deputada Luizianne Lins (PT-CE) e de outros ativistas brasileiros em Israel. Eles participavam de uma flotilha de embarcações que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

Os deputados consideram a prisão dos ativistas ilegal porque a flotilha foi abordada pela Marinha de Israel em águas internacionais. Eles pediram a interrupção das relações comerciais com Israel. “A deputada Luizianne está em missão oficial, portanto representa o Parlamento brasileiro. A nossa preocupação é que eles sejam trazidos de volta em segurança, sem violência, sem agressão”, declarou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

O líder do PT, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), anunciou que o serviço consular brasileiro deve visitar os presos nesta sexta-feira (3). “Isso para nós já tem uma importância. O governo brasileiro falar com cada um dos brasileiros, ver como está a saúde, e rapidamente providenciar um desfecho para tudo isso. Claro que eles não conseguiram entregar os alimentos. Todo o objetivo da ajuda humanitária era esse, mas o objetivo também era chamar atenção.”

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Presidente da Câmara
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), já havia solicitado anteriormente ao ministro Mauro Vieira o apoio do Itamaraty aos brasileiros detidos.

A Faixa de Gaza está sob ataque das forças israelenses desde 7 de outubro de 2023, quando o grupo palestino Hamas realizou uma série de atentados coordenados contra Israel.

Reportagem – Francisco Brandão
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Marcos do Val critica decisões do STF e relata restrições a seu mandato

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O senador Marcos do Val (Avante-ES) voltou a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que, segundo ele, restringiram o exercício de seu mandato. Em pronunciamento no Plenário nesta quinta-feira (15), o parlamentar mencionou o bloqueio de suas redes sociais e de seu salário, o uso de tornozeleira eletrônica e a aplicação de multa.

Marcos do Val também relatou dificuldades pessoais decorrentes das medidas judiciais e afirmou que as restrições atingiram sua renda, sua liberdade e a comunicação com a população.

— O sistema que eu denunciava atingiu o meu sustento, minha liberdade, minha comunicação com os brasileiros e com os capixabas. Vivi isso tudo até ser reconhecido pela Inter-Parliamentary Union, que é um órgão ligado à ONU que protege parlamentares perseguidos ao redor do mundo — declarou.

O senador afirmou que passou a questionar a atuação do STF após os atos de 8 de janeiro de 2023. O parlamentar lembrou que encaminhou à Presidência da Corte um pedido para que o ministro Alexandre de Moraes fosse afastado da relatoria de processos.

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— Eu já denunciava as violações à Constituição quando muitos ainda não acreditavam na sua atuação. Muitas vezes senti que a denúncia que eu estava fazendo não estava dando em nada. Fui desacreditado, mas não abandonei aquilo em que acreditava: o início de uma grande luta contra o sistema — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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