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POLÍTICA NACIONAL

Fernando Farias será relator MP do Plano Brasil Soberano

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O senador Fernando Farias (MDB-AL) foi escolhido relator da medida provisória do Plano Brasil Soberano, que liberou R$ 30 bilhões para compensar prejuízos de exportadores afetados pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros (MP 1.309/2025).

Farias foi escolhido pelo deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP), eleito por aclamação, nesta terça-feira (23), presidente da comissão mista encarregada de analisar a MP. Também foi aprovado o plano de trabalho do colegiado.

Ao cumprimentar o governo pela iniciativa, Farias lembrou das dificuldades dos pequenos produtores para acessar linhas de crédito oficiais em momentos de crise.

— [A MP] está salvando muita coisa no Brasil, inclusive os pequenos [produtores]. A gente teve contato com o pessoal das frutas, o pessoal da pesca. (…) Vamos trabalhar, arrumando a coisa para chegar no pequeno.

Cezinha declarou que o foco dos trabalhos será avaliar a efetividade dos mecanismos da MP para mitigar os efeitos do “tarifaço”, especialmente sobre produtos e fornecedores de menor porte.

— Que possamos ter um êxito muito bom para o nosso país e nossos empresários, e, em especial, aquelas pessoas que precisam manter seus empregos — acrescentou.

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O senador Esperidião Amin (PP-SC) manifestou sua esperança de que as medidas tarifárias dos EUA serão temporárias e disse apoiar compensações capazes de preservar a atividade econômica.

— Acho que, quando há lealdade de ambas as partes, as coisas funcionam. Espero que, neste ponto, governo e Congresso, empresários e poder público, possam constituir dois bons pares.

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) destacou a coincidência da instalação da comissão mista no dia do encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente norte-americano, Donald Trump, na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, que, segundo ele, abre a possibilidade de um diálogo entre os dois líderes.

— Há bons fluidos em torno da instalação desta [comissão de] medida provisória, e a composição dela não poderia ser melhor. (…) Vamos fazer o melhor para o Brasil.

A medida provisória foi publicada em 13 de agosto e precisa ser confirmada pelo Congresso Nacional em 120 dias.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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