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POLÍTICA NACIONAL

Importância do ensino de filosofia e sociologia será debatida em seminário da Comissão de Educação

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza, nesta quinta-feira (23), seminário para discutir a importância do ensino de filosofia e sociologia na educação básica. A primeira parte do debate será realizada às 10 horas e a segunda, às 14h30, amaos no auditório Nereu Ramos.

A segunda parte do debate será interativo. Veja quem foi convidado e envie suas perguntas.

O seminário atende a pedido da deputada Professora Luciene Cavalcante (Psol-SP).

O objetivo é discutir a inclusão das disciplinas de filosofia e sociologia em todas as etapas do ensino básico, com, no mínimo, duas aulas por semana, já a partir da educação infantil.

Pensamento crítico e empatia
“A filosofia estimula os alunos a explorar questões éticas, políticas, de conhecimento e existência, promovendo a criatividade e o pensamento independente”, afirma Professora Luciene.

“Já a sociologia aprofunda a compreensão da estrutura e do funcionamento da sociedade, abordando temas como desigualdade social e cultura, o que promove a empatia e o entendimento das diversas realidades”, argumenta.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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