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Edvaldo Magalhães reforça apoio a bombeiros e defende acompanhamento da Aleac nas investigações sobre ponte de Sena Madureira

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) voltou a defender, durante a sessão ordinária desta terça-feira (16), a convocação dos aprovados que integram o cadastro de reserva do Corpo de Bombeiros Militar do Acre. Para o parlamentar, o fortalecimento da corporação é uma medida urgente diante dos impactos cada vez mais frequentes das mudanças climáticas, que têm provocado enchentes severas durante o inverno amazônico e incêndios de grandes proporções nos períodos de estiagem.

Ao justificar seu posicionamento, Edvaldo afirmou que a ampliação do efetivo deve ser tratada como uma medida excepcional diante dos desafios enfrentados pelo Estado. Segundo ele, nenhum plano de contingência será efetivo sem investimentos na estrutura operacional dos bombeiros. “As crises climáticas já são uma realidade e os seus efeitos atingem diretamente a vida das pessoas e a economia. Não há como elaborar um plano sério de enfrentamento sem fortalecer o Corpo de Bombeiros. Por isso continuo defendendo a convocação excepcionalizada dos profissionais que aguardam no cadastro de reserva”, declarou.

O parlamentar também voltou a tratar do desabamento da ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira, tema que vem mobilizando os debates na Assembleia Legislativa. Edvaldo reforçou o requerimento apresentado em conjunto com o deputado Eduardo Ribeiro (Republicanos), para criação de uma comissão de representação externa destinada a acompanhar as investigações sobre o caso. Segundo ele, o papel do Legislativo não pode se limitar à observação dos acontecimentos. “A Aleac precisa sair da posição de apenas observar, se solidarizar e assistir aos fatos. É necessário acompanhar oficialmente as apurações e garantir transparência para a sociedade acreana”, argumentou.

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Durante o pronunciamento, o deputado afirmou que novas informações surgidas após o acidente reforçam a necessidade de fiscalização por parte do Parlamento. Ele citou questionamentos envolvendo documentos contratuais, registros em sistemas de controle e aspectos relacionados à execução da obra. “Existem informações que precisam ser esclarecidas. Contratos, aditivos, pagamentos e documentos obrigatórios devem estar acessíveis e devidamente registrados. Quanto mais dúvidas aparecem, mais importante se torna o acompanhamento institucional da Assembleia”, observou.

Edvaldo também defendeu uma investigação aprofundada sobre as características técnicas da construção, mencionando relatos recebidos de profissionais da área durante visita a Sena Madureira. Segundo ele, as apurações devem buscar esclarecer se houve divergências entre o projeto previsto e a execução realizada. “O povo de Sena Madureira precisa de respostas e precisa recuperar uma conquista histórica. Mas para isso é fundamental saber exatamente o que aconteceu, identificar responsabilidades e evitar que erros semelhantes voltem a ocorrer”, concluiu.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Manoel Moraes chama atenção para circulação de informações durante período eleitoral

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Durante sessão na Aleac, deputado afirmou que eleitores devem analisar informações e destacou que as atividades dos Poderes continuam após o pleito

Em pronunciamento na sessão desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Manoel Moraes (União Progressista), líder do governo, abordou a proximidade das eleições e fez considerações sobre a circulação de informações durante o período eleitoral.

Ao comentar a chegada do dia 4 de outubro, o parlamentar afirmou que o período eleitoral costuma ser marcado por uma intensificação de manifestações e debates públicos. Segundo ele, é necessário que os eleitores avaliem as informações antes de formar suas opiniões.

“Tem muito eleitor falando um monte de coisa, falando um monte de besteira aí. E tanta gente falando besteira aqui no Acre. Eu só fico triste de saber”, declarou.

Manoel Moraes também afirmou que, independentemente do resultado das eleições, as instituições e os agentes públicos continuarão exercendo suas atividades. “Depois do dia 4, a vida continua. Nós vamos continuar trabalhando, os deputados, o Judiciário, o governo, todo mundo trabalhando”, disse.

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O deputado progressista criticou ainda a disseminação de informações que, segundo sua avaliação, seriam falsas ou produzidas de forma deliberada no ambiente digital. Ao tratar do assunto, fez referência às chamadas “milícias digitais” e defendeu a responsabilização de quem utilizar ferramentas digitais para disseminar conteúdos que possam configurar irregularidades.

Ainda em seu pronunciamento, Moraes também se dirigiu ao deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), fazendo um alerta sobre a necessidade de verificar a procedência das informações utilizadas nos debates políticos.

“Então, amigo Edvaldo, tome cuidado com essas informações. Não busque informações como certas coisas que não são certas, coisas que são criadas e fabricadas lá no meio das milícias digitais que nós temos aqui no Acre e no Brasil”, afirmou.

O parlamentar reforçou a importância da análise dos fatos pelos eleitores e declarou que o período eleitoral não representa o encerramento das atividades institucionais. “E o mundo não vai se acabar dia 4 não”, concluiu.

No grande expediente, o deputado disse que as dificuldades relacionadas ao transporte e à alimentação escolar, precisam ser analisadas considerando as condições de infraestrutura do Estado. Segundo ele, a rede atende cerca de 600 escolas e mais de 100 mil estudantes, incluindo localidades de difícil acesso, o que, em sua avaliação, torna complexa a manutenção do transporte terrestre e fluvial.

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O parlamentar também mencionou dificuldades no abastecimento de alimentos e defendeu que os problemas sejam discutidos e solucionados de forma conjunta. “Estamos para discutir o transporte escolar, estamos para discutir a merenda. Agora, dizer que em qualquer município do Acre saia às 9 horas para comprar carne, vê se você acha carne para comprar proteína. Então nós temos que ter cuidado com o que fala. Às vezes não é por uma administração. É muita gente, é um Estado pobre, é um Estado difícil, é muita chuva”, afirmou.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: João Henrique

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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