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Michelle Melo defende ampliação dos critérios do Programa Integra Acre e cobra inclusão de mais famílias no subsídio aéreo

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Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a deputada Michelle Melo (PDT) voltou à tribuna para reforçar sua posição como relatora do Projeto de Lei do Executivo que cria o Programa Integra Acre, destinado a subsidiar 50% do valor das passagens aéreas para moradores de municípios isolados. A parlamentar destacou a relevância da proposta, classificando-a como um acerto do governo, mas pediu atenção especial para a definição dos critérios de acesso, especialmente após receber inúmeras manifestações de moradores dos municípios beneficiados.

Segundo Michelle, o projeto responde a uma necessidade histórica de populações que vivem em regiões de difícil acesso, onde o custo de vida é elevado e deslocamentos por motivos de saúde, assistência ou emergências se tornam inviáveis para muitas famílias. Em sua fala, a deputada enfatizou que o valor das passagens, hoje em torno de R$ 1.500, ainda permanece alto mesmo com o subsídio de 50%, o que faz com que o custo final de R$ 750 ainda seja impeditivo para grande parte da população dos municípios isolados.

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“Recebi uma enxurrada de ligações de vereadores, lideranças e moradores de Jordão, Porto Walter, Santa Rosa e Marechal Thaumaturgo. Eles me pediram para fazer contas junto com eles, e nós fizemos. Mesmo com o subsídio, R$ 750 ainda é um valor muito alto para o povo que vive essas dificuldades diariamente”, afirmou a parlamentar.

A deputada também explicou que, durante a análise nas comissões, já foram feitas alterações importantes no texto, garantindo que o subsídio seja fixo em 50%, após a retirada da expressão “até”, que poderia abrir margem para reduções. No entanto, ela defendeu ajustes complementares nos critérios de elegibilidade, propondo que, além das famílias inscritas no CadÚnico, também possam ser contempladas aquelas que recebem até dois salários mínimos.

“Em situações de luto, em emergências de saúde ou em deslocamentos inevitáveis, nem sempre apenas quem está no CadÚnico precisa viajar. Muitas vezes um familiar que não se enquadra no critério também precisa se deslocar, e pagar R$ 750 é praticamente impossível. Por isso, quero ser porta-voz desse pedido do povo e discutir a ampliação para quem recebe até dois salários mínimos”, ressaltou.

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Michele Melo concluiu afirmando que levará essa demanda para a próxima etapa de debates antes da votação definitiva do projeto, garantindo que a proposta avance de forma justa e efetiva para todos os residentes dos municípios isolados. A parlamentar reafirmou seu compromisso de construir, junto aos demais deputados, uma política pública que realmente alivie o peso financeiro e assegure o direito de deslocamento dessas populações historicamente esquecidas.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Edvaldo Magalhães defende planejamento para recuperação de ramais e ampliação da jornada de 30 horas para categorias do Estado

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Durante o pequeno expediente da sessão ordinária desta terça-feira (07), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoC), abordou a situação da manutenção dos ramais, defendeu tratamento igualitário aos profissionais da psicologia e do serviço social na proposta de redução da jornada de trabalho e comentou a regulamentação de incentivo tributário para a comercialização do café.

Ao iniciar o pronunciamento, o parlamentar cumprimentou os produtores rurais presentes na Assembleia Legislativa e destacou a importância do planejamento para a execução das ações de recuperação dos ramais. Edvaldo Magalhães afirmou que a preparação para os serviços deve ocorrer ainda no período chuvoso, de forma a permitir o início das obras assim que as condições climáticas forem favoráveis. Também registrou a realização de uma reunião entre representantes dos produtores e do Deracre para discutir o cronograma de execução dos trabalhos. “Qualquer planejamento mínimo de governo tem que estar prontinho no inverno para quando abrir o primeiro raio do sol do verão, começar os trabalhos”, declarou.

Na sequência, o deputado tratou do Projeto de Lei que prevê a redução da jornada de trabalho de servidores estaduais e informou ter subscrito, juntamente com o deputado Eduardo Ribeiro, uma emenda para estender a carga horária de 30 horas semanais a assistentes sociais e psicólogos de todos os órgãos da administração estadual. Segundo ele, a medida busca assegurar tratamento uniforme entre profissionais que exercem as mesmas funções. “A redução tem que ser para todas e para todos os profissionais em todos os órgãos do governo do Estado do Acre”, afirmou.

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Ao concluir o discurso, Edvaldo Magalhães comentou o projeto de regulamentação da redução da alíquota incidente sobre a comercialização do café. O parlamentar observou que a medida complementa autorização legislativa aprovada anteriormente pela Assembleia e ressaltou a importância da regulamentação para beneficiar a comercialização da safra produzida no Acre.

Texto: Andressa Oliveira/ Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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