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No Dezembro Vermelho, Saúde do Acre inicia campanha de conscientização e prevenção ao HIV/Aids

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Ação realizada pelo município de Rio Branco, em frente ao Colégio Acreano. Foto: cedida

Com foco no combate à desinformação, preconceito e discriminação para com a pessoa vivendo com HIV, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) lança a programação do Dezembro Vermelho, mês voltado para a prevenção do HIV/Aids. Mundialmente, o dia 1° de dezembro é lembrado pela realização de atividades alusivas à luta contra a doença.

Para a chefe da Coordenação de ISTs/HIV/Aids, Hepatites Virais e Sífilis da Sesacre, Suilany Souza, a campanha reforça as discussões em torno do tema, além de potencializar as informações acerca da prevenção e do tratamento da Aids.

“O objetivo é estabelecer o entrelaçamento da comunicação, promover troca de informações e experiências, e de criar um espírito de tolerância social. O Dia Mundial da Luta Contra a Aids nos proporciona a oportunidade de falar mais a respeito da infecção por HIV e da Aids. Isso resulta na diminuição das notificações da doença e influencia que mais pessoas procurem assistência médica no caso de suspeitas”, disse.

De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foram notificados 296 novos casos de infecção por HIV este ano. No Acre, em 2022, houve uma redução de 15% em relação aos dados do ano passado. Mesmo com a diminuição dos casos e o aumento de testagens pós-pandemia, a gestão estadual reforça que a prevenção é o melhor tratamento contra a doença.

Ação alusiva ao Dia Mundial de Combate à Aids em Porto Walter. Foto: cedida

“A conscientização das pessoas, sobretudo dos jovens, de que o cuidado e a prevenção são essenciais para conseguirmos reduzir os números e, principalmente,  quebrar a cadeia de transmissão do vírus em nosso estado é a nossa luta diária”, alertou Souza.

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Programação:

Em alusão ao Dezembro Vermelho, a cordenação de ISTs/HIV/Aids, Hepatites Virais e Sífilis da Sesacre, em parceria com outras instituições, realizará nos dias 19, 20 e 21 o Bazar Solidário em prol das pessoas que vivem com HIV. O evento, que terá o serviço de testagem rápida, contará, ainda, com som ao vivo, encenação teatral relacionada ao contexto, com orientações e informações sobre a prevenção, diagnóstico e o tratamento para HIV, hepatites e sífilis.

“Pela Política do Sistema Único de Saúde (SUS), cada município fica responsável pelas ações de conscientização sobre a Aids. Municípios como Rio Branco, Senador Guiomard e Porto Walter já estão se mobilizando nesse sentido. O Estado organiza, ainda, para o início de 2023, duas atividades importantes: o 1° Fórum Estadual para Gestores sobre HIV e Sífilis e a 1ª  Mesa redonda estadual sobre o HIV”, informou Suilany.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Assessoria

Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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