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Saúde do Acre alerta para a ameaça tripla de covid-19, influenza e vírus VSR

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A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) vem alertando neste mês de novembro sobre o aumento de casos dos três vírus nas américas. Foto: Odair Leal/Sesacre

O aumento de apenas uma infecção respiratória é motivo de preocupação. Quando duas ou três começam a afetar uma população, simultaneamente, isso deve nos colocar em alerta. Por esta razão, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), recomenda os devidos cuidados para evitar a proliferação dessas doenças, com o uso de máscara e a vacinação contra a influenza e a covid-19. 

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), vem alertando neste mês de novembro sobre o aumento de casos dos três vírus nas américas. Não existe vacina para o vírus sincicial respiratório (VSR), mas as estratégias utilizadas para limitar a propagação da covid-19 podem ser as mesmas, como o uso de máscaras e o distanciamento social. 

Esses vírus não são novos. Enquanto a covid-19 circula desde o final de 2019, a influenza e o VSR existem há muito tempo. A suspeita dos especialistas em saúde é que muitas pessoas não foram expostas a esses vírus durante o período de isolamento social contra a covid-19 nos dois últimos anos. 

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De acordo com o coordenador da Rede de Urgência e Emergência (RUE), Edvan Meneses, é importante falar sobre essa tríade viral que está em circulação em todo o Brasil, que causa síndromes gripais e respiratórias agudas graves. “Dois desses vírus nós já temos vacinas e fazemos um apelo para que a população se vacine, e não contraia dois ou mais desses vírus e ter um quadro infeccioso grave”, salientou Edvan Meneses. 

Edvan Meneses, coordenador da Rede de Urgência e Emergência do Acre. Foto: Taís Nascimento/Sesacre

Os três vírus causam sintomas muito parecidos, como febre, coriza, dor de cabeça, dor nos olhos, obstrução nasal, espirros e dor de garganta. Infelizmente, os vírus sobrevivem melhor em temperaturas baixas e, com a temporada de chuvas no estado, a Saúde aconselha todos os cuidados necessários para evitar esses vírus, principalmente em crianças que estão sendo tão afetadas pelo VSR. 

“Procure uma unidade de saúde e vacine-se, assim você estará protegido e poderá evitar uma situação mais grave”, completou Edvan. 

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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