Saúde
Saúde recomenda uso de máscara e vacinação para conter avanço da covid-19
Nesta segunda-feira, 21, na Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), foi anunciada a recomendação do uso de máscara em locais fechados e de aglomeração, além de reforçar a importância de se imunizar contra a doença como uma das principais medidas para conter o avanço da covid-19 no estado.
SAÚDE
Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira, 21, na Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), foi anunciada a recomendação do uso de máscara em locais fechados e de aglomeração, além de reforçar a importância de se imunizar contra a doença como uma das principais medidas para conter o avanço da covid-19 no estado.
Além disso, o coordenador da Rede de Urgência e Emergência (RUE), Edvan Meneses, reforçou que é obrigatório o uso de máscara dentro das unidades de saúde: “Porque é um ambiente que tem um número maior de pessoas que estão positivas para covid-19. Então, se for até uma unidade de saúde, leve a sua máscara”.
A vacinação ainda é a principal arma para evitar que o coronavírus faça mais vítimas, destacou Edvan: “Nós precisamos ter um índice de vacinação maior para que esse vírus não venha se replicar mais ainda e causar casos graves. Nós precisamos que a população se vacine para que todo mundo tenha imunidade contra a doença”.
Nos últimos dias, o Acre apresentou uma elevação no número de casos da covid-19, o que resultou em ação imediata da Sesacre para traçar estratégias preventivas, com o objetivo de impedir o avanço da doença e superlotação das unidades.
Dessa maneira, o Estado vai ampliar a vacinação e a testagem de covid-19: “A partir do momento que o número de casos ele progride ou regride, nós vamos remodelando a rede, e isso é deixado muito claro para a população. Se for necessário colocarmos uma unidade de referência, o faremos, mas neste momento pedimos que a população procure as unidades básicas de saúde”.
Ao sentir sintomas leves, o paciente deve buscar a unidade básica de saúde mais próxima de sua residência, onde será referenciado, de acordo com a sua necessidade.
Ao se tratar de sintomas mais graves, a população deve procurar uma unidade de pronto atendimento (UPA).
ACRE
Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes
Assessoria
Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.
As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.
As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.
A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.
“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.
O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.
“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.
De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.
“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.
O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.
“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC
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