TJ AC
Esjud avança para se credenciar como Escola de Governo
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Dentre outras vantagens, credenciamento permitirá que a Escola oferte e execute de maneira direta cursos de pós-graduação, tanto lato sensu, quanto stricto sensu
A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) avança cada vez mais para ser uma Escola de Governo. Prova disso foi o encontro nesta quinta-feira, 21), entre a Direção do Órgão de Ensino, a Secretaria de Educação do Estado (SEE) e o Conselho Estadual de Educação (CEE).
Diretor da Esjud, o desembargador Luís Camolez recepcionou o titular da SEE, Reginaldo Prates, e a presidente do CEE, Elisete Machado, acompanhada da assessora pedagógica Márcia Oliveira. Pela Esjud estiveram presentes o coordenador de Execução Educacional, Breno Cavalcante, a coordenadora de Planejamento, Graiciane Bonfim, o coordenador de Avaliação, Ronei de Oliveira, e a assessora Ester Farias.
Importância
O credenciamento de uma Escola Judicial como Escola de Governo permitirá que o órgão elabore, oferte e execute de maneira direta cursos de pós-graduação lato sensu, além de Master in Business Administration (MBA), os quais passam a ser reconhecidos oficialmente. Além de fortalecer a participação científica, por meio da pesquisa e a extensão.
Nesse sentido, será possível promover a capacitação, a formação e o aperfeiçoamento não somente de magistrados(as) e servidores(as), mas também a profissionalização de agentes públicos e da comunidade.
A reunião
A reunião foi pautada pelo interesse em comum, a expansão da Escola Judicial acreana, para que esteja mais próxima da sociedade. “Temos defendido essa visão de acolhimento, da utilização da linguagem simples, e de manter a formalidade apenas nos processos, mas não nas pessoas, nem nos ambientes”, disse o desembargador Luís Camolez.
Ao dar as boas-vindas, o diretor colocou toda a equipe e a estrutura do setor à disposição para somar esforços na realização de agendas integradas.
Para o secretário de Educação Reginaldo Prates, a pretensão da Esjud em se tornar uma Escola de Governo resultará em um “avanço significativo para o Acre”, tendo em vista que aumentará “o leque de atuação educacional”, fortalecendo a gestão pública e a parceria institucional.
Breno Cavalcante frisou que a proposta é adotar um itinerário formativo mais humanizado e inclusivo, com maior qualificação e utilização das metodologias ativas, e promoção de um ensino de excelência.
Elisete Machado considerou que a educação do Acre está escrevendo um novo capítulo, com a ampliação de competências, criação de novas estruturas, a atualização do regimento interno, e a interiorização das ações formativas.
Estrutura e próximos passos
Ao final da reunião, os(as) convidados(as) conheceram a estrutura da Escola – incluindo o Laboratório de Informática e o Auditório, dos mais modernos do Estado, as Salas de Aula e o Estúdio Multimídia -, fazendo não poucos elogios.
A Esjud será credenciada pelo Conselho Estadual de Educação após algumas etapas relevantes, como a Aprovação Pedagógica (proposta pedagógica, infraestrutura e capacitação do corpo docente). Dessa forma, passará a cumprir sua missão com mais eficiência e qualidade, para aperfeiçoar não apenas o aspecto técnico e profissional, mas também o desenvolvimento humano de magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), terceirizados(as), colaboradores(as), acadêmicos(as) e dos(as) cidadãos(ãs).





Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
TJAC conquista prêmio nacional por gestão das emissões dos gases de efeito estufa
Tribunal alcança categoria máxima após ampliar ações de redução, mensuração e compensação de carbono; o reconhecimento foi concedido nesta quinta-feira, 27, pela Fundação Getúlio Vargas
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) conquistou, nesta quinta-feira, 27, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, em reconhecimento ao trabalho de mensuração, redução e compensação das emissões de gases de efeito estufa (GEE). A premiação foi concedida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces).
O programa reconhece organizações pela transparência e pela qualidade na elaboração de inventários de emissões de GEE. A iniciativa busca estimular a adoção de práticas para reduzir o impacto ambiental de instituições públicas e privadas. Para isso, utiliza a metodologia GHG Protocol, referência internacional para contabilizar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa.
Nesta edição, o TJAC alcançou a categoria máxima do programa. O resultado considera o cumprimento dos critérios estabelecidos, a verificação dos dados por empresa independente certificada pelo Inmetro e a adoção de medidas para reduzir as emissões de CO₂. Entre as ações estão a redução do consumo de insumos, o reflorestamento e a compensação ambiental.
Mudanças que refletem no dia a dia
As medidas adotadas pelo Tribunal refletem nos indicadores de sustentabilidade. Conforme o Plano de Logística Sustentável (PLS), em comparação com 2019, o TJAC registrou, até o último ano, redução de 78,8% no consumo de papel, 69,74% no uso de copos descartáveis e 32,13% no consumo de energia elétrica.
O Tribunal também atua na eficiência energética, com a substituição de sistemas de iluminação, instalação de sensores de presença, automatização de equipamentos de climatização e ampliação do uso de energia renovável. Atualmente, Rio Branco conta com três usinas fotovoltaicas do TJAC.
Outra frente é o projeto Plantando Futuro, que prevê o plantio de 15 mil árvores nativas da Amazônia em áreas degradadas até 2030. A iniciativa recebeu do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o Prêmio Juízo Verde, na categoria Indicadores de Produtividade/Área Ambiental da Justiça Estadual.
Do Bronze ao Ouro
Em um ano, o TJAC passou do Selo Bronze para o Selo Ouro. A evolução integra uma nova etapa da política de descarbonização da instituição, com procedimentos para identificar, mensurar e dar transparência às emissões de carbono e, a partir desses dados, aprimorar as medidas de redução e compensação.
A conquista ainda demonstra o cumprimento das diretrizes da Resolução n.º 594/2024, do CNJ, que instituiu o Programa Justiça Carbono Zero e estabeleceu a meta de zerar as emissões de CO₂ do Poder Judiciário até 2030. O TJAC incorporou as diretrizes da iniciativa ao próprio Plano de Logística Sustentável. A medida integra a política institucional de sustentabilidade, que associa práticas de redução de emissões à eficiência no uso de recursos e à adoção de tecnologias.
O acompanhamento das ações é realizado pela Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus), com apoio da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, sob supervisão da desembargadora Waldirene Cordeiro. Com o resultado, o TJAC passa a concentrar esforços na manutenção dos indicadores e no avanço das ações previstas no Plano de Logística Sustentável e no Programa Justiça Carbono Zero.


Fotos: cedidas
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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