RIO BRANCO
Search
Close this search box.

TJ AC

TJAC conquista prêmio nacional por gestão das emissões dos gases de efeito estufa

Publicados

TJ AC

Tribunal alcança categoria máxima após ampliar ações de redução, mensuração e compensação de carbono; o reconhecimento foi concedido nesta quinta-feira, 27, pela Fundação Getúlio Vargas

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) conquistou, nesta quinta-feira, 27, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, em reconhecimento ao trabalho de mensuração, redução e compensação das emissões de gases de efeito estufa (GEE). A premiação foi concedida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces).

O programa reconhece organizações pela transparência e pela qualidade na elaboração de inventários de emissões de GEE. A iniciativa busca estimular a adoção de práticas para reduzir o impacto ambiental de instituições públicas e privadas. Para isso, utiliza a metodologia GHG Protocol, referência internacional para contabilizar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa.

Nesta edição, o TJAC alcançou a categoria máxima do programa. O resultado considera o cumprimento dos critérios estabelecidos, a verificação dos dados por empresa independente certificada pelo Inmetro e a adoção de medidas para reduzir as emissões de CO₂. Entre as ações estão a redução do consumo de insumos, o reflorestamento e a compensação ambiental.

Leia Também:  TJAC realiza últimos preparativos para 57º Encontro Nacional de Juizados Especiais

Mudanças que refletem no dia a dia

As medidas adotadas pelo Tribunal refletem nos indicadores de sustentabilidade. Conforme o Plano de Logística Sustentável (PLS), em comparação com 2019, o TJAC registrou, até o último ano, redução de 78,8% no consumo de papel, 69,74% no uso de copos descartáveis e 32,13% no consumo de energia elétrica.

O Tribunal também atua na eficiência energética, com a substituição de sistemas de iluminação, instalação de sensores de presença, automatização de equipamentos de climatização e ampliação do uso de energia renovável. Atualmente, Rio Branco conta com três usinas fotovoltaicas do TJAC.

Outra frente é o projeto Plantando Futuro, que prevê o plantio de 15 mil árvores nativas da Amazônia em áreas degradadas até 2030. A iniciativa recebeu do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o Prêmio Juízo Verde, na categoria Indicadores de Produtividade/Área Ambiental da Justiça Estadual.

Do Bronze ao Ouro

Em um ano, o TJAC passou do Selo Bronze para o Selo Ouro. A evolução integra uma nova etapa da política de descarbonização da instituição, com procedimentos para identificar, mensurar e dar transparência às emissões de carbono e, a partir desses dados, aprimorar as medidas de redução e compensação.

Leia Também:  Publicados editais de convocação para estágio em Rio Branco e Cruzeiro do Sul

A conquista ainda demonstra o cumprimento das diretrizes da Resolução n.º 594/2024, do CNJ, que instituiu o Programa Justiça Carbono Zero e estabeleceu a meta de zerar as emissões de CO₂ do Poder Judiciário até 2030. O TJAC incorporou as diretrizes da iniciativa ao próprio Plano de Logística Sustentável. A medida integra a política institucional de sustentabilidade, que associa práticas de redução de emissões à eficiência no uso de recursos e à adoção de tecnologias.

O acompanhamento das ações é realizado pela Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus), com apoio da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, sob supervisão da desembargadora Waldirene Cordeiro. Com o resultado, o TJAC passa a concentrar esforços na manutenção dos indicadores e no avanço das ações previstas no Plano de Logística Sustentável e no Programa Justiça Carbono Zero.

Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TJ AC

Audiências da Infância e Juventude são realizadas pela primeira vez no Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente

Publicados

em

Por

Com o objetivo de facilitar o acesso da população e promover a garantia dos direitos de crianças e adolescentes, o Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caica) reúne em um só lugar todos os órgãos da rede de proteção infantojuvenil

A 2ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de Rio Branco realizou pela primeira vez, nesta quinta-feira, 27, audiências no Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caica), localizado no Centro de Rio Branco, em frente ao Batalhão da Polícia Militar e ao lado do Casarão. A partir de agora, às quintas-feiras, os julgamentos da unidade serão feitos no local, com o objetivo de facilitar o acesso da população à Justiça e a toda a rede de apoio, proteção e atendimento do público infantojuvenil.

Afinal, o Caica, inaugurado em maio deste ano, reúne, em um único lugar, o Judiciário, a Defensoria Pública, o Ministério Público, a Assistência Social, o Conselho Tutelar e órgãos de segurança. A integração dessas instituições tem como foco principal criar um espaço mais acolhedor, humanizado e tornar mais efetiva a proteção de crianças e adolescentes.

Foram pautadas três audiências que tratavam de averiguação de paternidade, guarda e alimentos. O dia de trabalho foi conduzido pelo juiz de direito Jorge Luiz Lima, titular da 2ª Vara da Infância e Juventude. Para o magistrado, essa integração contribui para a promoção da justiça e a garantia de direitos.

Leia Também:  Publicados editais de convocação para estágio em Rio Branco e Cruzeiro do Sul

“Estamos pela primeira vez no Caica realizando audiências cíveis e a ideia do Tribunal de Justiça quando firmou o termo de Cooperação com o Estado é que possamos trazer esse serviço integrado de forma mais facilitada a população. Nós teremos servidores aqui a semana inteira que vão poder fazer os encaminhamentos, atender muito bem as pessoas que procurarem o Judiciário”, explicou Lima.

Oca da Infância

O Estado do Acre tem a Oca, a Organização em Centros de Atendimento, que em um único prédio reúne diversos serviços públicos para facilitar a vida do cidadão. O Caica opera como uma espécie de Oca da Infância. Foi essa a comparação usada pelo juiz Jorge Luiz para explicar às partes presentes nesse primeiro dia de audiências qual o propósito do órgão e como elas podem buscar os serviços.

“A ideia da gente é fazer como se fosse uma Oca da Infância. Se você tem uma criança que precisa de atendimento psicoterápico, você sai da audiência aqui e já vai na sala do lado, sendo encaminhada para ser atendida. Aqui as pessoas podem vir para tirar dúvidas também, porque todos os órgãos estão aqui. É uma iniciativa para ampliar a garantia de direitos, estamos saindo dos gabinetes e vindo mais próximos das pessoas”, disse o magistrado.

Leia Também:  Melhorias no depoimento protegido de crianças e adolescentes são discutidas em webinário do TJAC

O Caica é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (Seasdh), mas o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinj), acompanha e participa dos atendimentos realizados, no que for competência do Judiciário.

A estrutura é equipada com ambientes voltados ao acolhimento psicossocial, espaço lúdico, sala para perícia médica, dormitórios e berçários. O Centro foi planejado para evitar a revitimização de crianças e adolescentes, receber famílias e facilitar a resolução dos problemas, tanto por estar situado no Centro da capital quanto por reunir os órgãos de atendimento no mesmo endereço (Avenida Brasil, 439, Centro).

Deusiane Moraes estava no local para definir guarda e pagamento de pensão alimentícia para sua filha. Após o juiz explicar a função e como poderia acessar os serviços, ela reconheceu a iniciativa: “Acho interessante e legal também, porque aqui vai ser agora tudo resolvido, tudo num só lugar. E é bom porque é no Centro, o que facilita nosso acesso”.

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA