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TJAC realiza últimos preparativos para 57º Encontro Nacional de Juizados Especiais

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Evento será realizado no final de mês, entre os dias 27 a 29 de maio, no Teatro da Universidade Federal do Acre (UFAC) e teve 350 pessoas inscritas

Faltam apenas 20 dias para o 57º Fonaje, o Encontro Nacional de Juizados Especiais, e o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) finaliza os preparativos para receber as 350 pessoas inscritas, para o evento que este ano tem o tema “Justiça e Pertencimento Sem Fronteiras”, e acontece na capital acreana, Rio Branco.

A atividade inicia dia 27 de maio e segue até a sexta-feira, 29. Tudo acontece no Teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac). São três dias de debates, trocas e compartilhamento de experiências entre magistradas, magistrados, servidoras, servidores, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública, da advocacia e outros profissionais do Sistema de Justiça.

Na programação tem painéis temáticos e a conferência de abertura será com a ministra do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Nacy Adrighi. Além disso, há momentos para diálogos e conferência, pois ao final serão votados os enunciados, que são conclusões normativas e procedimentais, criados para uniformizar entendimentos e padronizar a atuação dos Juizados.

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A realização é do TJAC, com apoio do Governo do Acre, da Prefeitura de Rio Branco, da Ufac, da Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), do Instituto de Protestos do Acre e da Associação Acreana de Advogados.

Atividades culturais

Somado a isso, o TJAC organizou atividades culturais para as participantes e os participantes, com intuito de aproximar e apresentar as riquezas e diversidade local. A comissão de organização até articulou participação à Bolívia e ao Peru, com apresentações e exposições nos dias do evento.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Justiça Restaurativa é proposta como alternativa para a superação da crise do sistema prisional

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Especialistas do Brasil, Chile e Singapura compartilharam experiências e desafios na construção de um modelo focado na responsabilização e reparação de danos

O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Acre (GMF/AC) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) participou do 5º Fórum Nacional de Alternativas Penais (Fonape), realizado no Conselho Nacional de Justiça. O tema desta edição é “Justiça restaurativa no âmbito criminal: Caminhos para novos paradigmas no Brasil”.

O evento se iniciou na quarta-feira, 6, conduzido pelo ministro Luiz Fachin. A conferência magna internacional tratou sobre “A Justiça Restaurativa como alternativa ao Sistema Penal: uma perspectiva de implementação de políticas públicas orientadas pela comunidade”.

Participaram do 5º Fonape: o supervisor do GMF/AC, desembargador Francisco Djalma; o coordenador, juiz Éder Viegas; a coordenadora executiva Débora Nogueira; a supervisora da Justiça Restaurativa, desembargadora Waldirene Cordeiro; o servidor Fredson Pinheiro; e a assistente técnica do programa Fazendo Justiça, Rubia Evangelista.

O primeiro dia da programação foi composto por três painéis, sendo: A importância da Justiça Restaurativa para a superação do estado de coisas inconstitucional; Experiências internacionais de Justiça Restaurativa no âmbito da justiça criminal; e Articulação com Redes Locais de Garantia de Direitos e Atenção à Vítima.

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As abordagens estão alinhadas com as diretrizes do plano Pena Justa, que prevê a implementação de núcleos de Justiça Restaurativa em todos os tribunais, além da integração dessa prática às audiências de custódia e aos acordos de não persecução penal. Deste modo, o envolvimento e formação das lideranças nacionais deve ser traduzido na efetividade dessas políticas penais em todos os estados brasileiros.

Nesta quinta-feira, 7, foram realizados mais dois painéis, sendo: A Justiça Restaurativa no sistema de justiça criminal brasileiro; As potencialidades da Justiça Restaurativa na porta de entrada do Sistema de Justiça Criminal. Em seguida, ocorreram debates setorizados em duas salas temáticas: Fundamentos para a tomada de decisão e derivação de casos da justiça criminal para a Justiça Restaurativa; Princípios e fundamentos para a Justiça Restaurativa na porta de entrada do sistema prisional.

A conferência de encerramento completou a proposta de refletir sobre esta tecnologia institucional: “Justicia Restaurativa: entra la ficción de lo imposible y la realidade de lo posible”, apresentado por Camilo Umaña do Instituto Internacional de Sociologia Jurídica de Oñati, da Colômbia.

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Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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