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Inscrições abertas: Esjud oferece capacitação para maior acessibilidade e inclusão na Justiça do Acre

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Ação educacional concorre para uma cultura organizacional mais equitativa e para o pleno exercício da cidadania

A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) lançou o curso “Acessibilidade e Inclusão no Poder Judiciário do Acre”, cujas inscrições já estão abertas.

O objetivo é capacitar os(as) participantes na compreensão e na aplicação dos conceitos e da legislação sobre inclusão e acessibilidade. Nesse sentido, a ação educacional contribui diretamente para a promoção de uma cultura organizacional mais equitativa e para o pleno exercício da cidadania pela pessoa com deficiência (PCD) e pessoas neurodivergentes no contexto da Justiça Acreana.

Inscrições, público e importância

O curso é destinado a magistrados(as), servidores(as), assessores(as), colaboradores(as) e estagiários(as) do Judiciário Estadual. Para garantir uma vaga é simples. Basta acessar o Calendário de Inscrição da Escola (veja aqui) ou clicar no card abaixo.

A agenda também colabora à pontuação do Prêmio CNJ de Qualidade 2026, concedido anualmente durante o Encontro Nacional do Poder Judiciário. O evento reúne os(as) presidentes de todos os tribunais do Brasil para avaliação dos resultados alcançados e a definição das Metas Nacionais para o ano subsequente. A premiação estimula e reconhece o desenvolvimento de mecanismos de governança e gestão no Judiciário, e contribui para o aprimoramento da prestação jurisdicional.

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Para facilitar o acesso e a realização do curso, todas as atividades serão oferecidas na modalidade EAD autoinstrucional, no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do Órgão de Ensino.

Com carga horária de 15 horas-aula, a agenda conta para a concessão da Licença Compensatória por alcance de resultados (LAR).

Módulos

Módulo 1 – Fundamentos da Inclusão e Pessoa com Deficiência;

Módulo 2 – Acessibilidade em Seus Múltiplos Aspectos;

Módulo 3 – Legislação e o Judiciário Inclusivo;

Módulo 4 – Atendimento e Inclusão no Ambiente de Trabalho;

Módulo 5 – Compreendendo a Neurodiversidade.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC participa de debates sobre desafios do Judiciário no Consepre

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Encontro, realizado em Curitiba, promove diálogo entre tribunais sobre segurança institucional e jurídica e amplia a troca de experiências entre diferentes áreas do Judiciário

O desafio de fortalecer o Judiciário diante de questões que ultrapassam os limites de cada tribunal marcou o segundo dia do XXII Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça Estaduais e Militares (Consepre), que teve abertura na quarta-feira, 7, e deu continuidade aos diálogos nesta quinta-feira, 8, em Curitiba. Segurança institucional, segurança jurídica e enfrentamento ao crime organizado estiveram entre os principais temas debatidos, em uma programação que também abriu espaço para o compartilhamento de experiências e soluções desenvolvidas pelos tribunais.

O encontro contou com a participação do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, que abordou o papel do Poder Judiciário na preservação da segurança institucional, jurídica e da sociedade, com atenção especial aos desafios impostos pelo avanço do crime organizado.

Ao tratar da atuação da Justiça Estadual, o ministro ressaltou a proximidade desses tribunais com a população e as responsabilidades assumidas pelo Poder Judiciário a partir da Constituição Federal de 1988. Nesse contexto, destacou que a preservação da estrutura e da autoridade das instituições é uma condição para que a Justiça possa exercer suas demais atribuições.

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Para o presidente do Consepre e do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), desembargador Heráclito Vieira de Sousa Neto, a participação de tribunais de diferentes regiões permite ampliar a compreensão sobre os desafios enfrentados pelo Judiciário e encontrar caminhos construídos a partir de experiências concretas.

A mesma perspectiva foi destacada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira. Para ele, a troca entre as instituições permite que cada tribunal não precise enfrentar isoladamente problemas que, muitas vezes, são compartilhados em diferentes estados.

“Um encontro como o Consepre nos permite olhar para os desafios do Judiciário para além da realidade de cada tribunal. Quando compartilhamos experiências, práticas e aprendizados, ampliamos nossa capacidade de encontrar soluções e de avançar juntos. Essa construção coletiva fortalece as instituições, aproxima os tribunais e contribui para que possamos oferecer uma prestação jurisdicional cada vez mais efetiva à sociedade”, afirmou.

Experiências que atravessam as áreas

A integração também ocorreu entre as equipes que atuam diretamente na gestão dos tribunais. Reuniões setoriais reuniram juízes auxiliares da Presidência, secretários-gerais e gestores das áreas de Comunicação, Tecnologia da Informação e Finanças, criando espaços específicos para discutir desafios, compartilhar iniciativas, dar encaminhamentos de atuação conjunta, e conhecer soluções adotadas em diferentes instituições.

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O encontro amplia a proposta do Consepre para além das discussões entre presidentes. Ao aproximar profissionais que lidam diariamente com questões semelhantes, o evento favorece a circulação de conhecimento e a identificação de práticas que podem ser aperfeiçoadas ou adaptadas às diferentes realidades dos tribunais. 

O XXII Consepre será encerrado nesta sexta-feira, 9, com a leitura da Carta de Curitiba. O documento reunirá as principais reflexões e recomendações construídas ao longo do encontro, consolidando os temas considerados prioritários para o fortalecimento e o aprimoramento do Judiciário brasileiro.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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