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Presidente do TJAC visita Cejuc e acompanha ações do Projeto Cidadão em Marechal Thaumaturgo
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Agenda no município reforça o compromisso institucional da Administração do Tribunal de Justiça com as unidades judiciais do interior do estado
O presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, e o coordenador do Projeto Cidadão e decano da Corte, desembargador Samoel Evangelista, visitaram nesta quinta-feira, 6, o Centro de Justiça e Cidadania (Cejuc) de Marechal Thaumaturgo.
Recebidos pelo juiz Erik Farhat, titular na Comarca de Cruzeiro do Sul e responsável pela jurisdição no município, os desembargadores conheceram a estrutura física do Cejuc e conversaram com as servidoras e servidores locais.
Durante o encontro, o presidente do TJAC ressaltou os esforços da Administração para garantir condições adequadas de trabalho e qualidade de vida aos profissionais da Justiça. Ele citou diversas iniciativas que estão sendo introduzidas a fim de valorizar a equipe do Judiciário acreano, como o Programa de Atenção à Saúde Mental.

Também reconheceu o empenho da unidade judicial do município em assegurar o acesso à Justiça, independente das adversidades. Além disso, anunciou melhorias na estrutura do Cejuc, com o objetivo de oferecer um ambiente mais agradável aos servidores e à comunidade local.
O supervisor do Cejuc, Quiderson de Fátima, agradeceu a presença do presidente e a realização do Cobes Itinerante, iniciativa da Coordenadoria de Bem-Estar e Saúde (Cobes) que levou atendimentos médicos e ambulatoriais aos profissionais da comarca de Marechal Thaumaturgo nesta semana.



Atendimentos no Projeto Cidadão
A agenda seguiu na Escola Elvira Ferreira, onde ocorreu o Projeto Cidadão nos dias 5 e 6 de novembro. No local, os desembargadores dialogaram com as equipes que lá trabalhavam e ouviram os apelos e agradecimentos da população atendida.


Por fim, o presidente e o decano participaram da cerimônia do casamento coletivo, que formalizou a união de 86 casais. Em seus pronunciamentos, eles reafirmaram o papel do Judiciário, sempre pautado em atender o cidadão de forma célere, qualificada e humanizada.
Acompanharam a agenda o juiz federal Felipe Lins; o promotor de Justiça Eduardo Lopes; a defensora pública Fenísia Araújo; o prefeito de Marechal Thaumaturgo, Valdélio Nascimento; o secretário-geral do TJAC, José Carlos Martins; e a chefe de gabinete da Presidência, Ana Felisberto, além de servidoras e servidores do Tribunal.



Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
Juíza Louise Santana representa o TJAC em encontro nacional das Coordenadorias da Mulher
Evento do CNJ debate ações para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres
A juíza auxiliar da Presidência e coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv), Louise Santana, representou o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) no Encontro Nacional das Coordenadorias da Mulher, acompanhada da assessora Amália Costa. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento foi realizado na última terça-feira, 2, em Brasília, e reuniu representantes do Judiciário brasileiro.
A programação contou com a participação de magistradas, magistrados, especialistas e representantes de instituições que atuam na proteção dos direitos das mulheres. O objetivo do evento era compartilhar experiências, discutir desafios e alinhar estratégias voltadas ao fortalecimento das políticas judiciárias de enfrentamento à violência. Assim, promover um espaço de diálogo e construção coletiva de soluções.
Entre os destaques da agenda esteve a apresentação do Diagnóstico Nacional das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs), realizada pelas juízas auxiliares da Presidência do CNJ, Suzana Massako e Camila Pullin. O levantamento busca subsidiar o aperfeiçoamento das ações de proteção às mulheres em situação de violência em todo o país.
No encerramento do encontro, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que as coordenadorias locais representam o elo do Judiciário com a vida das mulheres. “Nossa missão é chegar antes que o luto se instaure, para que, no Brasil, o feminicídio deixe de ser uma realidade cotidiana e passe a ser memória de um tempo que este país teve a coragem de superar”, afirmou.
O ministro também ressaltou que a Lei Maria da Penha proporcionou avanços significativos, mas que isso não autoriza a acomodação das instituições. “Temos ainda cerca de 1,3 milhão de processos pendentes de julgamento. Atrás de cada número, há uma história interrompida; uma família em ruptura; uma rede de afetos partida; uma grave violência contra as mulheres”, lembrou.



Fotos: cedidas
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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