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TJAC fortalece diálogo com MPAC para ampliar cooperação institucional

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Iniciativa do Tribunal de Justiça do Acre reforça parceria com o MPAC e impulsiona ações conjuntas em defesa dos direitos humanos

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) deu mais um passo no fortalecimento da cooperação institucional ao participar, nesta quinta-feira, 18, de uma agenda de diálogo com o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). O encontro reafirmou o compromisso do Judiciário acreano com a construção de parcerias estratégicas voltadas ao aprimoramento do Sistema de Justiça.

Representando a Presidência do TJAC, o juiz auxiliar Giordane Dourado, acompanhado do juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Anastácio Menezes, realizou visita institucional à Procuradoria-Geral de Justiça. Os magistrados do TJAC foram recebidos pelo procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, e pelo secretário-geral do MPAC, Glaucio Oshiro. 

Durante a reunião, o TJAC apresentou a proposta de cooperação para a implementação do Projeto Humanize, iniciativa do Tribunal que tem como foco o fortalecimento da proteção dos direitos humanos no âmbito institucional. O projeto busca disseminar, entre magistradas, magistrados, servidoras, servidores e integrantes do Sistema de Justiça, a cultura do controle de convencionalidade, assegurando que decisões e práticas estejam alinhadas aos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil, bem como à jurisprudência e às opiniões consultivas da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

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De acordo com o juiz Giordane Dourado, coordenador do Projeto Humanize, a proposta reafirma o papel do TJAC como indutor de boas práticas institucionais, promovendo uma atuação cada vez mais humanizada, integrada e comprometida com os direitos fundamentais.

Ao final do encontro, o procurador-geral de Justiça destacou a relevância da iniciativa do TJAC, parabenizou os magistrados pela condução do projeto e colocou o MPAC à disposição para colaborar com as ações conjuntas, reforçando a importância da atuação integrada entre as instituições em benefício da sociedade acreana.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Presidente do Comitê de Diversidade defende combate ao preconceito contra a população LGBTQIA+ em encontro regional

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Respeito, oportunidades e representatividade são caminhos para concretização de políticas públicas e garantia de direitos

O Encontro Regional Norte de Promoção dos Direitos LGBTQIAPN+ e Acesso à Justiça se encerrou nesta sexta-feira, 25. A desembargadora Waldirene Cordeiro, presidente do Comitê de Diversidade do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), participou da agenda destinada a construção de ações voltadas à garantia de direitos e ao enfrentamento das diversas formas de discriminação.

O evento foi promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), por meio do Comitê de Equidade e Diversidade, e da Escola Judicial do Pará. A pauta envolveu ainda interseccionalidades relacionadas aos direitos básicos, como acesso à saúde, educação, trabalho e a espaços públicos sem discriminação. 

A desembargadora Waldirene compôs a mesa de abertura do evento, juntamente com o vice-presidente do TJPA desembargador Luiz Gonzaga Neto e a desembargadora Luzia Nadja; o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) João Batista; defensora pública-geral do Estado do Pará Mônica Belém; o presidente do Fórum Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas LGBTQIAPN+, o conselheiro do CNJ Fábio Esteves; o presidente do Tribunal de Justiça de Roraima, o desembargador Leonardo Cupello; a desembargadora presidente do TRT-8 Maria Valquiria Norat; e os juízes Líbio Moura e Normandes Sousa.

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“Estou feliz por poder tratar de um tema tão importante e necessário: a população LGBTQIAPN+ e a promoção dos direitos desse grupo vulnerável, que merece a concretização de seus direitos e, acima de tudo, respeito. Não ao preconceito e à discriminação. Precisamos, sim, promover uma mudança de visão em relação à causa e à vivência dessas pessoas, que precisam viver, trabalhar e exercer plenamente sua cidadania”, afirmou desembargadora Waldirene.

Em seguida, ocorreram os painéis: Direitos LGBTQIAPN+ em Debate: Novos desafios e fronteiras da proteção jurídica; e Diversidade e Interseccionalidades: múltiplas identidades, múltiplos desafios. O debate reforçou a importância de dar visibilidade às especificidades sociais e territoriais da Amazônia e da Região Norte, considerando os diferentes contextos de vulnerabilidade enfrentados pela população LGBTQIAPN+.

A programação se concluiu nesta sexta-feira, 25, com o painel Representatividade, Cidadania e Direitos LGBTQIAPN+: caminhos para a transformação social; oficinas simultâneas e a Conferência Magna “Direitos LGBTQIAPN+ em perspectiva. Conquistas, resistências e novas possibilidades”, ministrada por Paulo Iotti, doutor em Direito Constitucional e diretor-presidente do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero.

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Fotos: Uchôa Silva/ TJPA

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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