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TJAC ganha apoio da prefeitura de Rio Branco para realização do Fonaje, um dos maiores eventos jurídicos do Brasil

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Prefeito Tião Bocalom garante parceria com o TJAC e destaca que a capital está pronta para receber um dos maiores encontros jurídicos do país

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) confirmou que Rio Branco será sede do 57º encontro do Fórum Nacional dos Juizados Especiais (Fonaje), um dos mais importantes eventos jurídicos do país, marcado para maio de 2026. A informação foi apresentada na última sexta-feira, 19, ao prefeito da capital, Tião Bocalom, durante reunião na sede da prefeitura com representantes do Tribunal.

O juiz auxiliar da Presidência do TJAC, Giordane Dourado, destacou a relevância histórica da escolha do Acre: “O Fonaje, que já passou por quase todos os estados, será realizado pela primeira vez no Acre. É um dos maiores eventos jurídicos do Brasil e, para nós, é um orgulho receber essa edição. Vamos apresentar aos atores jurídicos do país inteiro uma cidade bonita, estruturada e acolhedora. Será uma grande oportunidade de integrar a sociedade acreana, profissionais e estudantes de Direito, consolidando o entendimento sobre o acesso à justiça no Brasil.”

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O prefeito Tião Bocalom celebrou a parceria entre as instituições e ressaltou o impacto positivo para Rio Branco. “Parabenizo o nosso Judiciário acreano, que mais uma vez mostra sua força e o respeito que tem no Brasil ao trazer um evento desse porte. Receberemos representantes dos 26 estados brasileiros, o que é muito importante para mostrar como nossa cidade está mais bonita e organizada. Agradeço imensamente ao Tribunal de Justiça por nos trazer essa boa notícia”, declarou o prefeito.

Recentemente, o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, que apresentou o evento também ao governador Gladson Camelí, reforçou que o apoio do Executivo estadual e municipal será fundamental para o sucesso do evento. Camelí manifestou entusiasmo e garantiu apoio total, destacando que a realização do Fonaje coloca o Acre em evidência no cenário jurídico nacional.

O Fonaje é um fórum permanente de coordenadores de Juizados Especiais Cíveis e Criminais que busca aprimorar a prestação jurisdicional, padronizar procedimentos e compartilhar boas práticas. Além de fortalecer o conhecimento jurídico e melhorar os serviços prestados à população, o evento projeta o Acre no cenário nacional e pode atrair participações internacionais, incluindo representantes de Cortes de países vizinhos.

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Com a confirmação da sede, Rio Branco se prepara para receber autoridades jurídicas, magistrados, servidores e estudantes de todo o Brasil, consolidando-se como protagonista em um dos principais debates sobre acesso à Justiça e eficiência do sistema dos Juizados Especiais.

Fotos: Ascom prefeitura de Rio Branco

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC cria rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos a partir do Projeto Humanize

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Mais do que garantir direitos, o Poder Judiciário propõe a implementação efetiva dos tratados internacionais e da jurisprudência interamericana no Acre

Na manhã desta segunda-feira, 12, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e a Polícia Civil assinaram o Termo de Cooperação Técnica para fortalecer as ações do projeto Humanize. A iniciativa pioneira está relacionada ao controle de convencionalidade no Sistema de Justiça acreano e ampliação a efetividade da proteção dos Direitos Humanos no Acre.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, afirmou o propósito em estabelecer a rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos: “Essa é uma rede que está sendo construída com várias mãos, no sentido de que nós possamos fortalecer nossas instituições, capacitar e em última instância, a finalidade de concretizar o que foi estabelecido em 1992, quando o Brasil oficializou a adesão aos tratados internacionais de proteção aos Direitos Humanos”.

Em consonância, o juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, enfatizou que a adesão da Polícia Civil é inédita. “Esse compromisso com os Direitos Humanos não enfraquece, nem atrapalha o trabalho da polícia. Ele reforça ainda mais e dá credibilidade, sobretudo porque as forças de segurança estão integradas e harmônicas com a rede de Justiça”, assinalou.

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O delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, afirmou que esta visão está alinhada à atual gestão: “Viemos quebrando vários paradigmas, com a mudança de cultura, temos certeza que estamos fazendo nosso papel”.

Já compõem a rede a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Acre Seccional Acre. Neste ato, passam a integraram a Polícia Civil e em seguida a Secretaria Estadual de Segurança Pública. Deste modo, firmado os marcos de institucionalização dos mecanismos para ampliação do uso do controle de convencionalidade.

No encontro, o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, falou sobre efetividade. “O projeto Humanize é muito interessante, por isso aderimos a essa iniciativa, diante desse acordo de cooperação técnica. Essas práticas voltadas para a cidadania, dignidade e Direitos Humanos é algo que a Sejusp vem desenvolvendo na prática e agora, com o estabelecimento desta rede fica chancelada nossas atividades e parceria com o Tribunal de Justiça”.

Também acompanharam as agendas: o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Anastácio Menezes, o assessor jurídico do TJAC Marcel Viana e o servidor Rodrigo Santos. Posteriormente, a vice-presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, o secretário-geral do TJAC, Júnior Martins e o secretário-geral da Sejusp, Marcos Frank.

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Humanize

O projeto Humanize contempla o desenvolvimento da Humanize IA, solução de inteligência artificial criada para ampliar o alinhamento das decisões judiciais locais ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A ferramenta foi concebida para apoiar a aplicação do controle de convencionalidade, promovendo decisões mais fundamentadas na jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

O Termo de Cooperação prevê uma série de ações conjuntas entre as instituições, incluindo a realização de congressos, seminários, simpósios e pesquisas; o desenvolvimento e compartilhamento de soluções tecnológicas; a capacitação de magistrados, defensores, servidores e demais agentes públicos; além da ampliação do acesso a acervos bibliográficos e materiais especializados em Direito Internacional dos Direitos Humanos.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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