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TJAC participa de agenda técnica em Rondônia para fortalecer governança fiscal e gestão orçamentária

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Agenda discutiu sobre previsibilidade orçamentária, o equilíbrio fiscal e a transparência na gestão pública

Representantes do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) participaram, nos dias 24 e 25 de julho, de uma agenda técnica em Porto Velho (RO) voltada ao intercâmbio de boas práticas em governança fiscal, gestão orçamentária e repartição de receitas públicas. A iniciativa foi coordenada pela Secretaria de Estado de Planejamento do Acre (Seplan-AC), em articulação com o Governo de Rondônia, e reuniu representantes dos Poderes e órgãos autônomos acreanos.

Representando o judiciário acreano estiveram presentes o secretário de Governança e Gestão Estratégica, Hélio Oliveira, e o secretário de Gestão Orçamentária e Finanças, Jacikley Ribeiro.

No primeiro dia da programação, a comitiva visitou a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão de Rondônia (Sepog-RO), onde conheceu a metodologia adotada pelo estado para a distribuição das receitas arrecadadas entre os Poderes constituídos.

Durante a reunião, a equipe técnica da Sepog-RO apresentou os critérios técnicos e legais utilizados na repartição dos recursos, os mecanismos de cálculo, os procedimentos operacionais e o modelo de governança implementado, destacando práticas que contribuem para a previsibilidade orçamentária, o equilíbrio fiscal e a transparência na gestão pública. Os participantes também puderam esclarecer dúvidas sobre a aplicação do modelo e os resultados obtidos por Rondônia.

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Já no dia 25, a agenda teve continuidade no Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), os representantes foram recebidos pela equipe do Gabinete de Governança. O encontro teve como objetivo apresentar a experiência do tribunal na estruturação da Rede de Governança Interinstitucional de Orçamento.

Ainda durante a visita, os representantes do TJAC conheceram o processo de implantação da rede, as estratégias adotadas para fortalecer a atuação conjunta entre as instituições e os desafios enfrentados até a consolidação do modelo de governança. 

Na ocasião, a troca de experiências reforçou a importância da cooperação entre os órgãos públicos para o desenvolvimento de metodologias capazes de promover uma gestão orçamentária mais eficiente, transparente e alinhada às necessidades institucionais.

Para o Tribunal de Justiça do Acre, a participação em iniciativas como essa fortalece o intercâmbio de boas práticas e contribui para o aprimoramento contínuo dos processos de planejamento, governança e gestão dos recursos públicos.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC conquista Prêmio Juízo Verde do CNJ com o projeto Plantando o Futuro

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Iniciativa Plantando o Futuro garantiu o selo honorífico ao tribunal acreano por ações de sustentabilidade e metas de reflorestamento até 2030

O Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC) foi o vencedor do Prêmio Juízo Verde, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na categoria Indicadores de Produtividade/Área Ambiental na Justiça Estadual. A premiação ocorreu na última sexta-feira, 14, em Brasília, durante a abertura da 4ª edição do encontro Judiciário Sustentável.

Representando a corte acreana na cerimônia realizada na sede do CNJ, estiveram presentes a desembargadora Waldirene Cordeiro, a secretária de Infraestrutura (Seinf), Ana Paula Carrilho e a coordenadora de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus), Valcilda Amorim.

A honraria concedida ao TJAC consiste em um selo honorífico destinado às instituições que se destacam pela eficiência na atuação jurisdicional finalística e pela implementação de práticas sustentáveis na gestão administrativa.

Impacto do projeto Plantando o Futuro

A iniciativa vencedora integra o Plano de Logística Sustentável (PLS) do TJAC e está alinhada às Resoluções n.º 400/2021 e n.º 594/2024 do CNJ, além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Com foco em ações de curto e longo prazo, o projeto prevê:

  • Reforestamento urbano: Plantio de 15 mil árvores até 2030 para fomento da arborização urbana e do equilíbrio climático;

  • Neutralização de carbono: Compensação das emissões de gases de efeito estufa decorrentes das rotinas operacionais do Poder Judiciário;

  • Engajamento comunitário: Ampliação das campanhas de conscientização ecológica envolvendo magistrados, servidores, instituições parceiras e a sociedade civil.

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Sustentabilidade em jogo

A solenidade debateu a urgência da pauta socioambiental no Poder Judiciário. O conselheiro do CNJ Ilan Presser defendeu que a gestão dos tribunais deve dar o exemplo por meio da governança e da transparência, combinando a solução célere dos litígios ambientais com uma administração sustentável.

Na mesma linha, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, reforçou a importância do fortalecimento das instituições na Amazônia para coibir a grilagem e a destruição de recursos naturais, destacando o avanço histórico do sistema de justiça ao incorporar a sustentabilidade e a transição climática em suas diretrizes permanentes.

Fotos: CNJ e cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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