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TJAC participa de solenidade em homenagem ao Dia do Policial Penal

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Corregedor-geral de Justiça, desembargador Nonato Maia, representou o Judiciário acreano no evento; o magistrado ressaltou o empenho do TJAC para enfrentar a situação de calamidade do sistema penitenciário no Acre

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, representou o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) na sessão solene em homenagem ao Dia do Policial Penal. O evento ocorreu na manhã desta segunda-feira, 29, no plenário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), em Rio Branco.

Em sua fala, o corregedor-geral da Justiça destacou o papel dos policiais penais para a prestação adequada dos serviços do sistema prisional. O magistrado relembrou seus anos de atuação na jurisdição criminal e as situações de calamidade que presenciou dentro das unidades prisionais.

“Eu conheço a realidade de vocês [policiais penais], me solidarizo com vocês. E acho que nós temos de juntar forças, afinal, fazemos parte de um mesmo sistema: o de segurança pública. No que depender do Judiciário, nós faremos as proposições necessárias para transformar essa realidade”, garantiu o desembargador.

No decorrer do evento, outras autoridades, parlamentares e representantes da categoria ressaltaram a importância da data. Alegaram ser um momento festivo para os profissionais, mas também uma oportunidade para discutir melhorias na carreira e nas condições de trabalho.

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Fotos: João Henrique/Aleac

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC apresenta uso de inteligência artificial na atermação durante Fórum dos Juizados Especiais no Espírito Santo

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Desembargador Júnior Alberto mostrou como a ADA auxilia na transformação do relato do cidadão em minuta processual e contribui para um atendimento mais ágil e humanizado

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) apresentou, nesta sexta-feira, 18, uma de suas experiências de inovação tecnológica durante o II Fórum Estadual dos Juizados Especiais (Foestajes), realizado na Escola da Magistratura do Espírito Santo (Emes), em Vitória. O desembargador Júnior Alberto, coordenador dos Juizados Especiais Cíveis do TJAC, participou do painel “Boas Práticas dos Juizados Especiais”, apresentando a experiência acreana com o uso da Inteligência Artificial na atermação.

Durante a exposição, o desembargador apresentou a ADATermação, módulo da Assistente Digital Ampliada (ADA) desenvolvido pelo TJAC para apoiar o atendimento inicial de cidadãos que procuram os Juizados Especiais.

A ferramenta utiliza recursos de Inteligência Artificial para auxiliar na transcrição e organização do relato apresentado pelo cidadão, contribuindo para a elaboração da minuta processual. A proposta, conforme destacada na apresentação, é enfrentar desafios históricos da atermação, como a alta demanda, equipes reduzidas, rotatividade de estagiários, demora na elaboração dos termos e dificuldades relacionadas à padronização técnica dos documentos.

Tecnologia para ouvir melhor o cidadão

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Ao apresentar o ADATermação, Júnior Alberto destacou que a inovação tecnológica deve estar associada à solução de problemas concretos e ao aprimoramento da prestação jurisdicional.

A apresentação mostrou que, no modelo tradicional, a necessidade de digitação individualizada dos relatos poderia tornar o atendimento mais demorado, enquanto a rotatividade de estagiários exigia treinamento constante e podia gerar oscilações na qualidade técnica dos termos.

Com o uso da ADA, o relato do cidadão pode ser transcrito e estruturado pela ferramenta, permitindo que o servidor concentre sua atenção na pessoa que está sendo atendida. A tecnologia atua em segundo plano, enquanto o profissional mantém o contato direto e a escuta ativa.

Por isso, um dos conceitos apresentados no fórum foi “Tecnologia que transcreve, humano que acolhe”, sintetizando a proposta de utilização da inteligência artificial nos Juizados Especiais do Acre.

A Assistente Digital Ampliada (ADA) foi desenvolvida pelo Tribunal de Justiça do Acre como uma solução de Inteligência Artificial voltada ao apoio de atividades administrativas e jurisdicionais. Suas ferramentas atendem aos primeiro e segundo graus e incluem funcionalidades específicas para os Juizados Especiais.

No caso da atermação, a tecnologia permite reduzir atividades repetitivas, como a digitação de longos relatos, e contribui para estruturar as informações desde o início do processo. Entre os resultados esperados estão maior celeridade, melhor aproveitamento do tempo dos servidores, elaboração de minutas pré-estruturadas e fortalecimento da escuta durante o atendimento.

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Experiência acreana em debate nacional

O II Foestajes reuniu magistrados, integrantes do sistema de Justiça e profissionais ligados aos Juizados Especiais para compartilhar experiências e discutir iniciativas voltadas ao aprimoramento da prestação jurisdicional.

O painel “Boas Práticas dos Juizados Especiais” teve a participação, além do desembargador Júnior Alberto, do juiz de Direito do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) Fabrício Reali Zia e da coordenadora-geral dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Fernanda Chuahy de Paula. A atividade foi presidida pelo promotor de Justiça do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), Pedro Ivo de Sousa.

Ao levar o ADATermação para o debate com outros tribunais, o TJAC compartilhou uma experiência que une inovação, tecnologia e humanização, tendo como objetivo simplificar o acesso do cidadão aos Juizados Especiais sem abrir mão da escuta e da atuação dos profissionais.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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