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Saúde adquire equipamentos para auxiliar no diagnóstico do câncer de colo do útero

Em média, o Cecon realiza cerca de 80 colposcopias ao mês.

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O investimento foi de mais de 200 mil reais. Foto: Odair Leal/ Secom

Para complementar o exame ginecológico e auxiliar no diagnóstico do câncer de colo do útero, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), adquiriu dois novos aparelhos de colposcopia e três macas ginecológicas elétricas, que serão instalados no Centro de Controle Oncológico do Acre (Cecon). O investimento foi de mais de R$ 200 mil.

“Há mais de 10 anos não era feita a aquisição desses equipamentos. Então, é mais um avanço. São instrumentos modernos que vão ajudar nossos médicos na detecção de anomalias nos exames de nossas pacientes. Lembrando que o Cecon é a única unidade do Acre a oferecer esse serviço pelo Sistema Único de Saúde”, reforçou a secretária de Saúde, Paula Mariano.

Em média, o Cecon realiza cerca de 80 colposcopias ao mês. De acordo com a gerente de assistência, Carina Hechenberger, as aquisições são importantes para a manutenção da qualidade dos serviços oferecidos às mulheres que buscam atendimento no centro.

 

A Sesacre adquiriu dois aparelhos de colposcopia e três macas ginecológicas elétricas. Foto: Odair Leal/Secom

“Dentro do atendimento que investiga o câncer de colo do útero, um dos exames principais é a colposcopia, e o procedimento depende do colposcópio. Com a entrega dos novos equipamentos e das macas ginecológicas elétricas de alta performance, vamos melhorar o atendimento a essas mulheres e contribuir para a qualificação da saúde do Estado”, explicou.

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Exame de colposcopia

Trata-se de um exame realizado por meio de um aparelho conhecido como colposcópio, que possui lentes de aumento onde  examina-se o trato anogenital feminino. A colposcopia serve para analisar os tecidos presentes no colo do útero e vagina e, assim, diagnosticar possíveis lesões benignas, pré-malignas e malignas.

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Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes

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Assessoria

Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.

As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.

As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.

A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.

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“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.

O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.

“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.

De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.

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“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.

O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.

“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC

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