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Em Brasília, Gonzaga, governo e Polanco debatem com Alan Rick, bancada e governo Federal projeto de recuperação do igarapé São Francisco

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Assessoria

O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, participou na quarta-feira (16) de reunião no gabinete do senador Alan Rick, no Senado Federal, para tratar do projeto de revitalização da bacia do Igarapé São Francisco, que corta a cidade de Rio Branco.

A reunião serviu para apresentar à bancada federal e membros do Ministério do Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente o objetivo, etapas e a necessidade de captação de recursos para a viabilidade deste projeto que visa proteger a área de vegetação, limpar o igarapé, urbanizar parte da bacia e usá-lo como fonte de abastecimento de água potável para atender milhares de rio-branquenses.

De acordo com Luiz Gonzaga, o projeto de revitalização do São Francisco é essencial para a área ambiental, urbanização e saúde de Rio Branco.

“Estamos aqui nessa reunião com o objetivo de unirmos esforços para conseguirmos recursos para a revitalização da bacia do Igarapé São Francisco que será fundamental para captação de água para abastecimento, reflorestamento da área de mata ciliares, urbanização e para evitar doenças causadas pela contaminação da água. Foi uma reunião produtiva, com propostas concretas para viabilizar o projeto. Seguimos juntos na busca de ações efetivas por um Acre mais sustentável”, disse Gonzaga.

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O senador Alan Rick se mostrou otimista com o projeto e afirmou que revitalizar o igarapé é importante para a questão ambiental e social de Rio Branco. O senador afirmou ainda que está à disposição, junto com a bancada federal, para viabilizar a execução do projeto.

“O grupo de trabalho apresentou as etapas e os recursos necessários para as intervenções, partindo do reflorestamento das matas ciliares. Essa apresentação foi importante para que nós parlamentares tenhamos dimensão do que será necessário aportar de recursos ainda este ano para este importante projeto. Nosso principal objetivo é reduzir os impactos das cheias e das secas que todos os anos afetam milhares de moradores ao longo do igarapé, disse Alan.

O conselheiro do Tribunal de Contas do Acre (TCE/AC), Ronaldo Polanco, destacou a parceria dos poderes acreanos para que o projeto saia do papel.

“A Aleac está liderando junto com o TCE esse conjunto de estudos técnicos que estão sendo apresentados aqui para a bancada e governo federal com detalhamento do que precisa ser feito para o projeto ser executado. O papel da Aleac e do TCE tem sido esse de apresentar um projeto com qualidade. A bancada tem capacidade de aportar recursos, mas faltava ideias para o projeto e a Aleac e TCE têm feito esse papel de trazer um projeto do São Francisco altamente sólido para execução”, explicou Polanco.

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Participaram da reunião o presidente da Aleac, Luiz Gonzaga, os senadores Alan Rick e Sérgio Petecão, deputados federais Eduardo Veloso, Roberto Duarte, Socorro Neri e Gerlen Diniz, secretário de Habitação e Urbanismo do Acre, Egleuson Santiago, conselheiro do TCE/AC, Ronald Polanco, procurador do Ministério Público do Acre, Sammy Barbosa, e representantes dos Ministérios do Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Repac e demais instituições.

Fonte: ASCOM ALEAC

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Vacina contra dengue aplicada em adolescentes de 10 a 14 anos não é a mesma que teve uso suspenso pelo Ministério da Saúde

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) esclarece que a vacina contra a dengue ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para adolescentes de 10 a 14 anos continua sendo aplicada normalmente em todo o estado. O imunizante não é o mesmo que teve sua utilização temporariamente suspensa pelo Ministério da Saúde nesta semana de forma preventiva.

A suspensão anunciada pelo governo federal refere-se exclusivamente à vacina Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan e utilizada em uma estratégia específica de vacinação voltada a trabalhadores da saúde em algumas localidades do país. No Acre, essa vacina também estava destinada apenas a esse público.

Qdenga, continua sendo disponibilizada nos postos de saúde do Acre e é completamente segura. Foto: reprodução

Já a vacina disponibilizada nas unidades de saúde para adolescentes de 10 a 14 anos é a Qdenga, produzida pelo laboratório Takeda, que segue recomendada pelo Ministério da Saúde e continua sendo ofertada normalmente.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Acre, Renata Quiles, reforça que a população pode manter a confiança na vacinação dos adolescentes.

“A vacina aplicada aos adolescentes no Acre é a Qdenga, do laboratório Takeda, e não possui qualquer relação com a suspensão anunciada pelo Ministério da Saúde. Não há registros de eventos adversos que justifiquem alterações na estratégia de vacinação desse público, por isso a recomendação é que pais e responsáveis mantenham a imunização dos adolescentes dentro dos prazos estabelecidos”, explica.

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Segundo a coordenadora, a vacinação continua sendo uma importante ferramenta para prevenir casos graves da doença, internações e complicações causadas pela dengue.

“É fundamental que a população busque informações em fontes oficiais e não deixe de vacinar seus filhos por causa de informações incompletas ou equivocadas. A vacina ofertada aos adolescentes permanece segura, eficaz e segue sendo recomendada pelas autoridades de saúde”, destaca.

Renata Quiles, coordenadora do Programa Nacional de Imunização no Acre. Foto: Ascom/Sesacre

A Sesacre reforça que todas as vacinas disponibilizadas pelo SUS passam por rigorosos processos de avaliação antes de serem aprovadas para uso na população. Além disso, permanecem sob monitoramento contínuo dos órgãos reguladores e das autoridades sanitárias, garantindo a segurança dos imunizantes utilizados no país.

A orientação é que pais e responsáveis procurem a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal dos adolescentes de 10 a 14 anos e garantir a proteção contra a dengue.

Além da vacinação, a Secretaria de Saúde reforça a importância das medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, como eliminar recipientes que acumulem água parada, manter caixas d’água fechadas e colaborar com o trabalho dos agentes de combate às endemias.

Fonte: Governo AC

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