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“ECA na Comunidade” mobiliza mais de 140 estudantes na Escola Estadual Theodolina Falcão Macedo

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Com a linguagem apropriada para a faixa etária, os direitos são apresentados com alinhamento às competências da Base Nacional Comum Curricular

Na última semana, o projeto “ECA na Comunidade: Direitos e Deveres” realizou ações educativas na Escola Estadual Theodolina Falcão Macedo, situada no bairro Placas da capital acreana. Desenvolvida pela Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), foram mobilizadas mais de 140 alunas e alunos nas palestras realizadas para as turmas do 5º e 8º ano do ensino fundamental.

A pedagoga da 2ª Vara da Infância e Juventude, Alessandra Pinheiro, com a colaboração da estagiária Franciene Monteiro trataram os temas: proteção contra o abuso sexual e bullying. A construção de um “círculo de confiança” inovou a forma de falar sobre como pedir ajuda. O uso de uma ferramenta visual ajudou as crianças a reconhecerem quais adultos podem procurar em situações de insegurança ou desconforto.

A coordenadora pedagógica, Valéria Souza, falou sobre a importância de difundir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para prevenção da violações e combate à violência. “A atividade foi de fundamental importância, para despertar nos alunos esse cuidado com seu corpo, que não devem deixar ninguém tocar sem sua permissão.  E que, caso aconteça alguma tentativa, devem procurar um adulto de confiança, principalmente seus pais ou responsáveis, ou mesmo a professora e contar o que está acontecendo e nunca ficar calado”.

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Já sobre o bullying, o diálogo foi direcionado à compreensão das causas, manifestações e consequências, para que assim sejam desenvolvidas atitudes de empatia. Ao final, foi elaborado um “Pacto de Convivência e Respeito”, no qual as turmas foram orientadas a criar um manifesto, em um mural digital interativo, com os compromissos para uma escola livre de bullying.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC conquista prêmio nacional por gestão das emissões dos gases de efeito estufa

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Tribunal alcança categoria máxima após ampliar ações de redução, mensuração e compensação de carbono; o reconhecimento foi concedido nesta quinta-feira, 27, pela Fundação Getúlio Vargas

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) conquistou, nesta quinta-feira, 27, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, em reconhecimento ao trabalho de mensuração, redução e compensação das emissões de gases de efeito estufa (GEE). A premiação foi concedida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces).

O programa reconhece organizações pela transparência e pela qualidade na elaboração de inventários de emissões de GEE. A iniciativa busca estimular a adoção de práticas para reduzir o impacto ambiental de instituições públicas e privadas. Para isso, utiliza a metodologia GHG Protocol, referência internacional para contabilizar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa.

Nesta edição, o TJAC alcançou a categoria máxima do programa. O resultado considera o cumprimento dos critérios estabelecidos, a verificação dos dados por empresa independente certificada pelo Inmetro e a adoção de medidas para reduzir as emissões de CO₂. Entre as ações estão a redução do consumo de insumos, o reflorestamento e a compensação ambiental.

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Mudanças que refletem no dia a dia

As medidas adotadas pelo Tribunal refletem nos indicadores de sustentabilidade. Conforme o Plano de Logística Sustentável (PLS), em comparação com 2019, o TJAC registrou, até o último ano, redução de 78,8% no consumo de papel, 69,74% no uso de copos descartáveis e 32,13% no consumo de energia elétrica.

O Tribunal também atua na eficiência energética, com a substituição de sistemas de iluminação, instalação de sensores de presença, automatização de equipamentos de climatização e ampliação do uso de energia renovável. Atualmente, Rio Branco conta com três usinas fotovoltaicas do TJAC.

Outra frente é o projeto Plantando Futuro, que prevê o plantio de 15 mil árvores nativas da Amazônia em áreas degradadas até 2030. A iniciativa recebeu do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o Prêmio Juízo Verde, na categoria Indicadores de Produtividade/Área Ambiental da Justiça Estadual.

Do Bronze ao Ouro

Em um ano, o TJAC passou do Selo Bronze para o Selo Ouro. A evolução integra uma nova etapa da política de descarbonização da instituição, com procedimentos para identificar, mensurar e dar transparência às emissões de carbono e, a partir desses dados, aprimorar as medidas de redução e compensação.

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A conquista ainda demonstra o cumprimento das diretrizes da Resolução n.º 594/2024, do CNJ, que instituiu o Programa Justiça Carbono Zero e estabeleceu a meta de zerar as emissões de CO₂ do Poder Judiciário até 2030. O TJAC incorporou as diretrizes da iniciativa ao próprio Plano de Logística Sustentável. A medida integra a política institucional de sustentabilidade, que associa práticas de redução de emissões à eficiência no uso de recursos e à adoção de tecnologias.

O acompanhamento das ações é realizado pela Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus), com apoio da Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, sob supervisão da desembargadora Waldirene Cordeiro. Com o resultado, o TJAC passa a concentrar esforços na manutenção dos indicadores e no avanço das ações previstas no Plano de Logística Sustentável e no Programa Justiça Carbono Zero.

Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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