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Comissão discute relação entre ufologia, segurança e transparência

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POLÍTICA NACIONAL

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados vai realizar, na próxima terça-feira (16), audiência pública para debater a conexão entre a ufologia, o uso da Lei de Acesso à Informação (LAI) e seus potenciais impactos soberania nacional.

O debate foi solicitado pelo deputado Chico Alencar (Psol-RJ) e será realizado às 9h30, no plenário 3.

A audiência será interativa. Confira a lista de convidados e mande suas perguntas

Avistamento nos EUA
O deputado afirma os estudiosos do campo da ufologia buscam informar a sociedade sobre o conhecido fenômeno dos discos voadores, que teve início em 1947 com o avistamento do piloto norte-americano Kenneth Arnold, próximo ao Monte Rainier, no estado de Washington (EUA).

“Isso desencadeou uma verdadeira luta mundial por parte dos ufólogos, para que as autoridades esclarecessem às suas populações o que estava de fato se passando nos céus das nações”, afirma Alencar.

Registros brasileiros
Segundo ele, o Brasil é detentor de vasto acervo documental sobre esse fenômeno, “sendo considerado, dentre as nações do mundo moderno, uma das que mais registra, cataloga e classifica informações ufológicas”.

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A audiência busca reunir especialistas e representantes da sociedade civil para discutir como o acesso a essas informações pode contribuir para o esclarecimento dos fenômenos sem comprometer a segurança do país.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

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O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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