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Paim defende medidas contra tarifaço dos EUA que devem ser votadas no Plenário

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (23), o senador Paulo Paim (PT-RS) solicitou que o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feito na abertura do Debate Geral da Assembleia Geral das Nações Unidas, seja registrado nos Anais do Senado.  

—Lula destacou a defesa da soberania nacional, a importância do multilateralismo e da cooperação internacional, além da proteção ambiental e dos direitos humanos. O discurso também abordou a guerra na Faixa de Gaza, com apelo pela paz e pelo respeito à autodeterminação dos povos— ressaltou. 

O senador destacou ainda a relevância do PLP 168/2025, em pauta nesta terça, que prevê medidas emergenciais para exportadores brasileiros prejudicados pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A proposta é de autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA) e tem relatoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Entre as ações previstas estão o acesso ao crédito de baixo custo, mitigação de prejuízos e proteção de empregos em setores atingidos, como carne bovina, café, frutas tropicais, produtos químicos, calçados e têxteis. 

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Paim apontou também os impactos da medida especialmente no Rio Grande do Sul, onde a apicultura e a indústria calçadista enfrentam forte retração. Ele citou empresas que reduziram atividades, concederam férias coletivas ou chegaram a pedir falência.  

— Para os trabalhadores, o clima é de incerteza, de preocupação e apreensão — reforçou. 

Camily Olivera, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova incentivos para provedores regionais de internet

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A Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria medidas de estímulo para provedores regionais de internet, com foco na ampliação da conectividade em áreas remotas, rurais e de baixa atratividade econômica. O texto também institui o Programa Nacional de Incentivo aos Provedores Regionais.

O texto aprovado prevê prioridade de provedores regionais no acesso a crédito em bancos públicos e recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust); editais de apoio à implantação de redes em áreas remotas, rurais e de comunidades tradicionais; além de parcerias com o poder público para instalação de pontos gratuitos de internet em escolas, instituições públicas de saúde, bibliotecas e praças.

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), ao Projeto de Lei 3211/25, do deputado Duda Ramos (MDB-RR). Em seu parecer, Ribeiro destacou que os provedores regionais já são responsáveis por mais de 63% das conexões de internet fixa nos lares brasileiros, mas a falta de apoio freia a expansão das redes.

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“As políticas públicas em vigor ainda não conferem o devido reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos provedores regionais para a redução da exclusão digital e das desigualdades regionais no acesso à internet”, reforçou o relator.

Ajuste no texto
Julio Cesar Ribeiro optou por adotar parcialmente as alterações (emendas) feitas pela Comissão de Integração Nacional ao texto original. O novo texto define provedor regional como a prestadora cujo grupo econômico tenha participação nacional inferior a 5% em cada mercado de varejo em que atua, de acordo com os critérios adotados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O texto aprovado também inclui a criação de grupo de monitoramento e de avaliação do programa. O comitê terá representantes do governo, da agência reguladora, de bancos e de provedores.

Por fim, o texto substituiu “universalização de serviços” pelo termo “massificação de acesso”. A justificativa foi que a universalização se aplica a serviços prestados em regime público, enquanto a internet funciona em um modelo de exploração por empresas de mercado.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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