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Software de gestão pecuária Esteio cresce quatro vezes e amplia presença no Brasil e América Latina

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A gestão eficiente é um diferencial estratégico para o agronegócio, permitindo que produtores controlem custos, acompanhem indicadores zootécnicos e financeiros e planejem o manejo de forma estratégica. Nesse contexto, o software Esteio Gestão Agropecuária se destaca como uma das principais ferramentas de gestão pecuária do país, apoiando produtores a otimizar recursos e melhorar a produtividade.

Crescimento e presença nacional e internacional

Com sede em Viçosa (MG), a Esteio foi criada a partir da experiência de seu fundador, Gardiego Luiz, que uniu vivência no campo e conhecimento em tecnologia. Nos últimos anos, a empresa cresceu quatro vezes e hoje atende fazendas em todos os estados brasileiros, além de estar presente em Paraguai, Uruguai e Bolívia.

“A fazenda que investe em gestão consegue reduzir custos, melhorar a nutrição do rebanho, elevar indicadores-chave como taxa de prenhez e, consequentemente, aumentar a produção de leite ou carne por animal”, afirma Gardiego Luiz, CEO da empresa.

Segundo ele, em um mercado globalizado, ter dados confiáveis e processos organizados deixou de ser uma opção e se tornou essencial para a sustentabilidade econômica das propriedades.

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Plataforma robusta e eficiente para todos os produtores

A Esteio já atende mais de 3.600 fazendas, registrando centenas de milhares de eventos, incluindo inseminações, partos e pesagens. A plataforma permite que produtores de todos os portes gerenciem seus negócios de forma profissional, automatizando tarefas que antes consumiam horas ou dias.

“Nosso propósito sempre foi levar tecnologia simples, acessível e eficiente para o campo. Hoje, transformamos dados em decisões estratégicas e rentabilidade para o produtor”, destaca o CEO.

Soluções completas e tecnologia de ponta

O portfólio da Esteio inclui soluções para:

  • Gado de leite e corte
  • Consultores técnicos (veterinários, zootecnistas, agrônomos)
  • Agroindústrias e cooperativas
  • Desenvolvimento de softwares personalizados

A plataforma é intuitiva e multiplataforma, funcionando online e offline tanto em computadores quanto em dispositivos móveis.

Inteligência artificial e futuro da gestão no campo

Com nove anos de atuação, a Esteio mantém constante evolução tecnológica. Nos próximos meses, a empresa lançará uma atualização da plataforma e sua inteligência artificial, que irá sugerir lançamentos de dados, antecipar problemas produtivos e fornecer respostas em tempo real para otimizar a tomada de decisão.

“Estamos criando tecnologias que conversam com o produtor e ajudam a transformar dados em resultados concretos. Esse é o futuro da gestão no campo”, reforça Gardiego.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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