AGRONEGÓCIO
UbyAgro lança tecnologias inovadoras para aumentar produtividade em lavouras de café e citros
AGRONEGÓCIO
O Grupo UbyAgro, multinacional brasileira reconhecida por suas soluções em tecnologia agrícola, sustentabilidade e nutrição vegetal, acaba de lançar dois produtos voltados a cultivos estratégicos do agronegócio nacional: o Café Sintesys, para lavouras de café arábica e conilon, e o Equaly Citros, desenvolvido especialmente para pomares de laranja, tangerina e limão.
Os lançamentos fazem parte da estratégia da empresa de promover o conceito de “performance com propósito”, unindo produtividade, rentabilidade e equilíbrio fisiológico das plantas.
Café Sintesys: vigor e produtividade para cafezais brasileiros
O Café Sintesys é um fertilizante foliar mineral misto formulado com nitrogênio, enxofre, boro, manganês, zinco e cobre, elementos que fortalecem o metabolismo e a fisiologia das plantas. A solução atua diretamente na formação de clorofila e no fortalecimento estrutural das lavouras, tornando-as mais resistentes a altas temperaturas, seca, excesso de luz ou umidade.
Um dos principais diferenciais do produto é a tecnologia exclusiva Polihexose, um conjunto de moléculas que potencializa a absorção e assimilação dos nutrientes, proporcionando melhor desempenho e retorno ao produtor.
“O Café Sintesys é uma resposta direta às necessidades do cafeicultor moderno. Ele entrega vigor, estrutura e qualidade de frutos, traduzindo-se em rentabilidade e competitividade no campo”, afirma Marcelo Lontro, gerente de Desenvolvimento Técnico de Mercado da Ubyfol.
A solução integra o conceito Performa Café, uma estratégia nutricional completa composta também por Força Max (estruturação da planta), Resyste Max (resistência) e Max Frutos (enchimento e qualidade dos frutos).
Equaly Citros: nutrição equilibrada e uniformidade nos pomares
Desenvolvido para culturas cítricas, o Equaly Citros é um fertilizante foliar mineral misto que alia nutrição balanceada e tecnologia avançada. Sua composição reúne nitrogênio, enxofre, boro, manganês e zinco, além da tecnologia Polihexose, que atua na correção de desequilíbrios nutricionais e na uniformidade dos frutos.
De acordo com Lontro, o produto entrega resultados visíveis no campo, com melhor padronização, qualidade comercial e aumento da produtividade.
“O Equaly Citros é uma solução inteligente para quem busca frutos de alto padrão e plantas mais resistentes, com nutrição equilibrada e aplicação técnica precisa”, destaca o executivo.
A Ubyfol recomenda que o produto seja aplicado conforme a fase fisiológica da cultura, com acompanhamento técnico especializado. O Equaly Citros também faz parte do programa Performa Citros, que foca no máximo desempenho agronômico por meio de estratégias específicas para enchimento, resistência e fisiologia das plantas.
Inovação com propósito no agronegócio
Com os lançamentos do Café Sintesys e Equaly Citros, o Grupo UbyAgro reforça seu compromisso em oferecer soluções tecnológicas que aliam produtividade e sustentabilidade, respeitando as particularidades regionais e os desafios de cada cultura.
“Com esses produtos, reforçamos nossa estratégia de ‘performance com propósito’, entregando soluções que atendem às reais necessidades das plantas e promovem o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro”, conclui Lontro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja
A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.
A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.
O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui
Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.
A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.
Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br
Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.
O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.
Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.
Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.
Isan Rezende
Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.
O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.
“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.
“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.
Fonte: Pensar Agro
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