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Educação do Acre fortalece combate ao uso de drogas com programas Elos e #Tamojunto
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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura do Acre (SEE) fortalece o combate ao uso de drogas entre crianças e adolescentes por meio dos programas Elos – Construindo Coletivos e #Tamojunto, ambos propostos pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O programa Elos – Construindo Coletivos é voltado para alunos do 1º ao 5º do ensino fundamental, anos iniciais. Já o #TamoJunto é realizando com os alunos do 8º ano do ensino fundamental, anos finais.
Nesta segunda-feira, 1º, foi realizado um encontro com pais e responsáveis do programa Elos na Escola Anita Garibaldi, localizada no bairro Quinze, região do Segundo Distrito de Rio Branco. Já na terça, 2, o encontro foi na Escola José Chalub Leite, no bairro Areal.
No Programa Elos, alunos participam de atividades lúdicas e interativas. Foto: Stalin Melo/SEEJá na próxima sexta-feira, 5, a equipe do programa #Tamojunto se reúne com pais e responsáveis pelos alunos da Escola Carlos Vasconcelos, também no bairro Quinze. “Esses programas têm como finalidade proteger o presente e o futuro das nossas crianças e adolescentes nas comunidades”, explica Hélio Guedes, do Centro de Formação dos Servidores da SEE.
Esses programas estão sendo implementados em dez escolas da capital. O #Tamojunto é composto por 12 aulas inseridas no currículo escolar e tem três oficinas direcionadas às pessoas responsáveis pelos estudantes e também à comunidade em geral.
Tema do terceiro encontro com os pais foi o fortalecimento dos laços familiares. Foto: Stalin Melo/SEEJá o programa Elos – Construindo Coletivos é uma atividade lúdica focada no desenvolvimento de habilidades sociais e que propõe interações harmônicas e cooperativas entre os estudantes e entre os estudantes e professores, além de promover relações de respeito e afeto entre as crianças.
“Trata-se de duas metodologias propostas pela Senad, em parceria com Estados e Municípios, para trabalhar a prevenção ao uso abusivo de álcool e outras drogas e a prevenção da infância e da adolescência”, informa Hélio Guedes.
Cooperação e vínculos familiares
Psicóloga da Divisão de Psicologia do Departamento de Formação e Assistência Educacional (Defae) da SEE, Sirlene Cavalcante relata que os encontros do Programa Elos – Construindo Coletivos servem sobretudo para fortalecer a cooperação e os vínculos familiares: “Verificamos que os pais precisam se aproximar mais das escolas”.
Os encontros nas escolas Anita Garibaldi e José Chalub Leite são o terceiro realizado, com o tema da cooperação e do fortalecimento de vínculos familiares, e têm a duração de 50 minutos. Simultaneamente, são realizadas atividades lúdicas com os alunos.
Psicóloga Sirlene Cavalcante, da SEE: “Aproximar os pais das escolas”. Foto: Stalin Melo/SEE“Depois, há um encontro coletivo, para que se possa fazer reflexões com os pais e juntos fortalecer as relações parentais, em que os pais experimentam na prática esse fortalecimento familiar com as crianças, por meio do respeito, da cooperação e das emoções”, conta.
Segundo Sirlene, as dez unidades escolares onde foram realizados os encontros do programa eram de Rio Branco, mas no ano que vem a meta é chegar também às escolas do interior.
Respeitar as regras
Para a coordenadora pedagógica da José Chalub Leite, Francisca Dantas, o encontro Elos – Construindo Coletivos tem sido fundamental para que os alunos aprendam a respeitar as regras, seja na família, seja em sala de aula.
“Estou muito feliz com esse projeto aqui na escola, que nasceu de dois carros-chefes, que são educação e saúde. Houve formação para os professores, para os coordenadores e isso tem sido um grande diferencial, porque a nossa escola precisa muito dessa parceria”, disse.
Coordenadora pedagógica Francisca Machado (à direita): “Eles aprendem a obedecer as regras”. Foto: Stalin Melo/SEEO programa, ainda segundo a coordenadora, ajuda os alunos a obedecerem professores e pequenas regras. “Então, eles vão para a sociedade e vão saber que, em qualquer lugar, irão precisar obedecer, aprender as regras de convivência, e isso combina com uma das nossas disciplinas que é o protagonismo”, explica.
Em relação aos resultados do programa, Francisca destaca o fato de serem de longo prazo: “Mas já é possível observar efeitos em sala de aula, de alunos com os colegas e também na hora do almoço. Eles ficam mais atentos às regras da escola e isso ajuda muito”, frisou.
“Tem melhorado bastante”
Rosiane Leite é mãe do estudante Pedro Henrique da Silva, do 4º ano do ensino fundamental, anos iniciais. Segundo a genitora, o filho “tem melhorado bastante”.
E complementa: “Muitas vezes, são coisas tão simples que a gente não para um pouco para dar atenção para o nosso filho por conta de uma correria bastante cansativa e tudo são detalhes, são coisas simples e que fazem toda a diferença na vida dos nossos filhos”.
Rosiane e Pedro Henrique: “Realmente melhorou muito a nossa aproximação”. Foto: Stalin Melo/SEERosiane avalia positivamente os encontros. “Tem sido maravilhoso, e isso é muito importante na vida dos nossos filhos. Realmente melhorou muito a nossa aproximação; meu filho até falou ‘mãe como a senhora está diferente, está parando para me ouvir’”, contou.
Já Pedro Henrique diz que, a partir dos encontros, tem se sentido uma pessoa diferente: “A gente melhora tanto dentro da sala de aula como fora; sinto que estou melhorando o meu comportamento”.
Fonte: Governo AC
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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.
Fonte: Governo AC
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