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Digitalização e novas sementes elevam produtividade do algodão em até 10 arrobas por hectare

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Tecnologia e genética impulsionam o rendimento do algodão

A adoção de ferramentas digitais e o uso de sementes de alta performance podem aumentar em até 10 arrobas por hectare a produtividade do algodão, segundo testes realizados com a plataforma xarvio® FIELD MANAGER e as variedades da marca FiberMax®, da BASF.

Os resultados, obtidos em 49 lavouras de Mato Grosso durante a safra 2024/25, mostraram que a combinação de plantio em taxa variável com sementes adequadas para cada região otimiza o uso de insumos e eleva a rentabilidade do produtor.

Plantio em taxa variável melhora o aproveitamento dos insumos

De acordo com Guilherme Dressano, gerente de Agronomia da xarvio® Digital Farming Solutions Brasil, o sistema de Semeadura em Taxa Variável ajusta automaticamente a quantidade de sementes de acordo com o potencial produtivo de cada área do talhão.

Essa precisão, somada à genética avançada das sementes FiberMax®, permitiu um aumento médio de 10,2 arrobas por hectare nas áreas avaliadas. A FiberMax®, marca líder no mercado brasileiro, é reconhecida por oferecer sementes adaptadas às diferentes condições de cultivo.

Cenário do algodão brasileiro segue otimista

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a produtividade média do algodão em caroço na safra 2024/25 foi de 184,6 arrobas por hectare.

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Para o ciclo 2025/26, a área plantada deve crescer 2,5%, alcançando 2,1 milhões de hectares, com uma produção de pluma estimada em cerca de 4 milhões de toneladas.

“A agricultura digital está revolucionando o cultivo do algodão. Ao integrar genética de ponta e inteligência de dados, oferecemos ao produtor ferramentas para decisões mais precisas e lucrativas”, destaca Dressano.

Soluções digitais ampliam eficiência no manejo

Além da semeadura, o xarvio® FIELD MANAGER oferece outras funcionalidades, como o Mapeamento Digital de Plantas Daninhas e a aplicação de Regulador de Crescimento em Taxa Variável. Essas tecnologias ajudam o agricultor a otimizar o uso de insumos e a tornar o manejo mais sustentável e eficiente.

Novas sementes FiberMax chegam para a safra 2025/26

Para a próxima temporada, a FiberMax® lança duas novas variedades: FM 979STP e FM 933STP, ambas de ciclo médio e com elevada sanidade.

As duas cultivares apresentam resistência à doença azul, ramulária (raças 1 e 2), nematoide de galha e resistência moderada ao nematoide reniforme.

  • FM 979STP: variedade mais rústica, com alta capacidade de reconstrução do ponteiro e elevado teto produtivo, indicada para abertura de plantio em Mato Grosso e Bahia.
  • FM 933STP: se destaca pelo alto rendimento de fibra (40 a 42%) e qualidade superior, com SCI (Spinning Consistency Index) acima de 140, o que garante fios mais resistentes e valorizados pela indústria têxtil.
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Pesquisa e inovação para rentabilidade no campo

Segundo Alexandre Garcia Santaella, gerente de Marketing da FiberMax®, a escolha correta da variedade é fundamental para o sucesso da lavoura.

“A confiança na semente é o que assegura o resultado esperado. Nosso compromisso é com a rentabilidade do cotonicultor, e por isso investimos em pesquisa e desenvolvimento. Mantemos uma estação de pesquisa de nível global em Goiás voltada à evolução das tecnologias de algodão para o mercado brasileiro”, afirma.

Compromisso com a sustentabilidade e o futuro do campo

A BASF Soluções para Agricultura, por meio das marcas xarvio® e FiberMax®, reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro.

A empresa integra inovação, genética, ferramentas digitais e conhecimento agronômico, trabalhando ao lado do produtor rural para garantir maior produtividade e rentabilidade, safra após safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expedição de papelão ondulado atinge recorde em abril de 2026 e cresce 5,5%, aponta IBPO/Empapel

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A expedição de papelão ondulado no Brasil atingiu 358.786 toneladas em abril de 2026, o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica do Índice Brasileiro de Papelão Ondulado (IBPO), elaborado pela Empapel (Associação Brasileira de Embalagens em Papel) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado representa crescimento de 5,5% em relação a abril de 2025 e supera o recorde anterior registrado em 2024, consolidando o setor como um dos principais termômetros da atividade econômica brasileira.

Papelão ondulado reflete desempenho da economia real

Presente em praticamente todas as cadeias produtivas, o papelão ondulado é amplamente utilizado em segmentos como alimentos, bebidas, cosméticos, higiene, medicamentos e comércio eletrônico.

Por essa característica, o desempenho do setor é considerado um indicador direto da atividade econômica, já que acompanha o fluxo de produção, consumo e logística em todo o país.

Volume por dia útil também registra alta

Em abril de 2026, o volume expedido por dia útil alcançou 14.949 toneladas, também com crescimento de 5,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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Como abril de 2026 teve o mesmo número de dias úteis de abril de 2025, o resultado indica expansão real da demanda por embalagens de papelão ondulado, sem influência de efeito calendário.

Série dessazonalizada também aponta recorde histórico

Além do recorde para o mês de abril, os dados dessazonalizados indicam um novo marco histórico para o setor. O volume total ajustado chegou a 369.602 toneladas, o maior patamar já registrado desde o início da série, em 2005.

Na comparação com o mês anterior, o IBPO apresentou alta de 2,9%, reforçando a continuidade do ritmo de atividade na cadeia de embalagens.

Demanda consistente reforça papel estratégico do setor

O desempenho de abril reflete a manutenção da demanda por embalagens de papelão ondulado em diferentes segmentos da economia brasileira.

Por estar diretamente ligado ao transporte, armazenamento e comercialização de produtos, o setor segue sendo um importante indicador do comportamento da atividade industrial e do consumo, funcionando como um termômetro da economia real no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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