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Agropecuária Maragogipe conquista título inédito no Circuito Sul-Americano Nelore de Qualidade 2025

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A Agropecuária Maragogipe, localizada em Itaquiraí (MS) e de propriedade do criador Wilson Brochmann, conquistou o título máximo do Circuito Sul-Americano Nelore de Qualidade 2025, alcançando escore de 100% logo em sua estreia na competição.

O feito histórico ocorre um mês após a fazenda vencer pela 11ª vez o concurso de carcaças Angus, consolidando o nome de Maragogipe entre os principais criatórios de gado de corte do continente.

Circuito Nelore de Qualidade celebra 25 anos premiando excelência genética

Realizado há 25 anos, o Circuito Nelore de Qualidade é uma das principais vitrines da pecuária de corte, avaliando carcaças com base em critérios de genética, rendimento e acabamento. A edição 2025 contou com 38 etapas e 49.700 animais avaliados, sendo 44.518 no Brasil, 1.721 na Bolívia e 3.461 no Paraguai.

Segundo o assistente técnico do projeto, Gabriel Galvão, o único lote a obter escore máximo na competição foi o da Agropecuária Maragogipe, que será premiada oficialmente no dia 6 de dezembro, em São Paulo (SP).

Segredo do sucesso: seleção genética e investimento em matrizes Nelore

Com histórico de destaque nas provas da raça Angus, o criador Wilson Brochmann explica que o diferencial do rebanho está na qualidade das matrizes Nelore DeltaGen, reconhecidas pela alta capacidade reprodutiva e pela qualidade de carne.

“Mais do que usar touros melhoradores, é fundamental investir em vacas superiores. A vaca Nelore DeltaGen é uma grande mãe e tem amplo potencial para gerar bezerros de alto valor genético e excelente qualidade de carcaça”, ressalta Brochmann.

Reconhecimento reforça protagonismo da pecuária brasileira

O título inédito reforça o protagonismo da pecuária brasileira em nível sul-americano, evidenciando o avanço genético e produtivo dos criatórios nacionais. Para a Maragogipe, o resultado é símbolo de consistência técnica, seleção rigorosa e manejo eficiente, características que se tornaram marca registrada da propriedade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Café no Brasil perde força frente às bolsas com chegada da safra e pressão sobre preços internos

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Mercado de café apresenta descolamento entre bolsas internacionais e físico no Brasil

O mercado de café vive um momento de descompasso entre os preços internacionais e o mercado físico brasileiro. Entre os dias 16 e 23 de abril, as cotações do café arábica avançaram na Bolsa de Nova York, enquanto o robusta também registrou alta em Londres. No entanto, esse movimento não foi acompanhado na mesma intensidade pelo mercado interno.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário reflete principalmente a pressão sazonal com a chegada da safra, que influencia diretamente a formação de preços no Brasil.

Chegada da safra pressiona mercado físico e altera comportamento dos compradores

De acordo com o analista Gil Barabach, o avanço da colheita de conilon (robusta) e a proximidade da safra de arábica aumentam a oferta disponível, o que tende a pressionar os preços internos.

Esse movimento leva os compradores a adotarem uma postura mais cautelosa, com expectativa de preços mais baixos no curto prazo.

Enquanto isso, as bolsas internacionais seguem mais voláteis, influenciadas por fatores macroeconômicos e geopolíticos, como variações no dólar, petróleo e tensões no Oriente Médio.

Geopolítica e petróleo sustentam alta nas cotações internacionais

No cenário externo, os preços do café têm sido sustentados por preocupações com a oferta global. De acordo com análises do mercado internacional, tensões envolvendo Estados Unidos e Irã, além de conflitos no Oriente Médio, elevam os custos logísticos e trazem incertezas ao comércio global.

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O possível impacto sobre o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte internacional, aumenta custos de frete, seguros e insumos, fatores que acabam sustentando as cotações nas bolsas.

Revisão da safra brasileira reforça viés de baixa no médio prazo

Apesar do suporte externo, a perspectiva interna segue pressionada. A revisão para cima da safra brasileira, combinada com estoques mais elevados ao final da temporada 2025/26, deve ampliar a oferta disponível a partir do segundo semestre.

Outro ponto relevante é o desempenho das exportações. Segundo o Cecafé, os embarques brasileiros acumulam queda de cerca de 21% nos primeiros nove meses da temporada 2025/26 em comparação ao mesmo período da safra anterior, apesar da recuperação recente do conilon.

Preços sobem nas bolsas, mas avanço é limitado no mercado interno

No fechamento de 23 de abril, o contrato julho do café arábica na Bolsa de Nova York atingiu 300,35 centavos de dólar por libra-peso, acumulando alta de 3,4% na semana. Em Londres, o robusta registrou valorização de 4,8% no mesmo período.

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Já no mercado físico brasileiro, os ganhos foram mais modestos. No sul de Minas Gerais, o café arábica foi negociado a R$ 1.910,00 por saca, frente a R$ 1.890,00 na semana anterior, avanço de 1,1%.

Para o conilon tipo 7, em Vitória (ES), os preços passaram de R$ 900,00 para R$ 930,00 por saca, alta de 3,3%.

Tendência aponta maior oferta e pressão nos preços internos

O cenário atual indica que o mercado brasileiro tende a continuar sob pressão no curto e médio prazo, especialmente com o avanço da colheita e aumento da disponibilidade do produto.

Com isso, o comportamento dos preços deve seguir condicionado ao ritmo da safra, à demanda externa e às oscilações do mercado internacional, mantendo um ambiente de cautela para produtores e agentes da cadeia cafeeira.

Fonte: Portal do Agronegócio

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